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Acerto.com recomenda: inovar faz bem para empresas

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A concorrência do mercado empresarial está cada vez mais acirrada. Investidores procuram alternativas rentáveis. O marketing se tornou uma guerra. Ok, até aqui não temos nenhuma novidade, certo?

Porém, é fácil se destacar, basta que o empreendedos faça diferente. A inovação está em saber se diefenciar de outras empresas, sem necessariamente ter de fazer grandes ivnestimentos tecnológicos. Pensando nisso que o SEBRAE Nacional lançou a campanha “Faça Diferente”, com o objetivo de instigar as micro e pequenas empresas brasileiras a buscarem o seu diferencial.

Particularmente, sempre um fui fã do SEBRAE. Trata-se de profissionais capacitados com visão de mercado. Quem dera tivéssemos mais técnicos do que políticos. Como 99% das empresas brasileiras se enquadram como micro e pequenas, é extremamente importante que elas tenham um diferencial competitivo dentre este mar de instituições concorrentes, para que consigam permanecer com méritos no acirrado mercado.

Durante a iniciativa, é mostrado que investir no novo não é uma ação restrita às grandes empresas, mas sim que qualquer pequeno serviço diferenciado já é uma inovação. Para isso, a campanha vai quebrar velhos paradigmas, aumentar a receptividade dos empreendedores com as novas ideias, apresentar novas oportunidades e estimular a buscar por melhores resultados. A iniciativa se baseia em uma comunicação estratégica para todo o Brasil, basicamente via internet e rádio.

No País, mais de 850 emissoras de rádios vão apresentar o programa “Faça Diferente”, que contará ao todo com 120 edições de três minutos. Os primeiros 80 episódios serão compostos por cases de empreendedores que obtiveram sucesso na inovação. Os outros 40 consistem em um bate-papo entre ouvintes e consultores do SEBRAE, que vão tirar dúvidas e dar conselhos sobre novos investimentos.

Para quem quiser conferir os programas via web (modelo podcast), entre no blog da campanha: www.sebrae.com.br/facadiferente . Lá também constam quais rádios da sua região vão divulgar o programa, dentre outras informações. O site também disponibiliza videocasts, chats e artigos sobre o tema. Cerca de 150 workshops presenciais e itinerantes em todo o Brasil complementam a ação, a fim de divulgar a idéia do movimento.

A ação surgiu após uma pesquisa mostrar a percepção negativa que o pequeno empresário tem sobre a inovação. Vários acreditam que a inovação é algo distante da sua realidade ou muito caro. Outros acham que inovar é algo desnecessário para o negócio ou muito arriscado ou ainda tinham dúvida se era o momento ideal para isso.

A inovação é um agregador de valor ao seu produto, e ninguém melhor do que consultores empresariais para saberem disso. Afinal, inovar sempre é um ótimo negócio.

Acerto.com: Como envolver os gestores na comunicação interna?

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Se você é funcionário de uma empresa e tem alguma dúvida sobre qualquer coisa na empresa, quem que vais aber lhe responder? O seu chefe.

Querendo ou não, o envolvimento dos gestores na comunicação interna é essencial para que haja uma disseminação correta das informações, e não se ater tão somente aos contextos tecnológicos e ferramentas comunicacionais.

Dá uma conferida no texto abaixo que dá dicas muito boas sobre isso!

Como envolver os gestores na comunicação interna?

Hoje aconteceu o Seminário “Mensuração de Resultados na Comunicação Interna”, promovido pelo Informa Group. Minha apresentação foi sobre os reflexos da liderança nos resultados de comunicação interna.

Nem preciso dizer que é decisiva, certo? Há dois lados nessa história: um deles é que não podemos (nem queremos, nem devemos) controlar tudo que a liderança fala e faz. Vem no “fixo” quando alguém é promovido para uma função gerencial ou de coordenação de equipes. Por outro lado, dá para ajudarmos todo esse pessoal a se aproximar de seus grupos, gerar mais engajamento e defender a reputação da empresa, entre outras coisas.

Sem a participação ativa e estruturada da liderança nos processos de comunicação interna, qualquer atividade perde força.

Mas então vem a pergunta: como envolver os gestores?

1) Quando propuser uma abordagem de comunicação para a liderança, seja parceiro. Ajude-o a atuar de acordo com o modelo defendido pela própria empresa. Algumas delas, como Basf, Adams, Merck, Eaton, apenas para citar algumas, possuem códigos escritos dos comportamentos esperados da liderança. Esse pode ser nosso material de base para definir uma linha de atuação. Na Basf, por exemplo, a bússola da liderança traz em seu texto “diálogo aberto e clareza”, “discussões diretas e justas”, “buscamos e aceitamos opiniões diferentes das nossas”, “demonstramos interesse genuíno a cada um dos nossos colaboradores”.

2) Faça um bom trabalho de construção de mensagens e uma boa arquitetura de informação. O funcionário precisa saber o que pode encontrar na revista, que tipo de informação é pertinente à intranet e também que à liderança cabem os esclarecimentos dos porquês.

3) O gestor também é um público chave para a área de comunicação, então merece ser tratado como tal: apresente continuamente seus resultados de maneira mais concreta possível, crie oportunidades de eles falarem com os funcionários de forma aberta e regular, inclua-os nas discussões de redes ou conselhos de comunicação.

4) Crie ferramentas que o apóiem: orientações escritas para alinhar comunicados importantes ajudam, preparar os executivos-chave para falar e ouvir também.

5) Alinhe sua estratégia com a de recursos humanos: gestores são cobrados formalmente pela qualidade da sua comunicação em suas avaliações de desempenho? Há ferramentas disponíveis para que os gestores desenvolvam a competência comunicação? Presidência e diretores recebem coaching em comunicação?

6) Crie multicanais, e nem todos precisam ser de responsabilidade da área de comunicação. Alguns sempre preferirão o velho e bom cara a cara. Outros podem se encontrar no blog do presidente.

Fonte: http://comunicacaocomfuncionario.blogspot.com/2009/10/como-envolver-os-gestores-na.html

As agências devem ser reconhecidas pelo que sabem. Não pelo que fazem.

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A Advertising Age publicou, recentemente, um texto bem interessante do Phil Johnson, CEO da PJA Advertising & Marketing, sobre o real papel das agências.

Segundo ele, muitas agências, ao invés de compreender como as pessoas se comunicam e desenvolver para desenvolver estratégias poderosas para as marcas, ficam presas em criar coisas – seja um anúncio, um website ou poucos caracteres no Twitter. Quando isso ocorre, conta, os clientes acabam recebendo campanhas inspiradas em publicidade já feita. Podem ser criações esteticamente agradáveis, com uma sacada interessante, mas que não são capazes de resolver os problemas reais dos clientes. Além disso, o foco no output, ao invés de no input, leva a distinções artificiais em relação à publicidade tradicional, digital e pontos intermediários. Segundo Johnson, esse tipo de pensamento comoditiza a agência, acabando com qualquer possibilidade de diferencial. O ideal, diz ele, é a agência ser reconhecida pelo que sabe, e não pelo que faz – oposto do que a maioria tem feito até agora.

É uma visão interessante. Ele se diz convicto de que as agências deveriam se tornar uma comunidade de pessoas intelectualmente curiosas. E, quanto mais diversidade social e intelectual houver, melhor. Ele conta que o verdadeiro papel das agências é sua habilidade de abrir portas para o mundo com o qual o cliente deseja se envolver. As agências que entregam tal promessa, afirma, serão sempre relevantes. Inclusive, a remuneração das agências em função das idéias, e não do que é executado, foi um dos grandes pontos de discussão do MaxiMídia 2009, mas isso é assunto para um segundo momento.

Ele finaliza o texto com 5 dicas para seguir essa linha de pensamento – bem interessantes, por sinal.

1 – Somos todos CIOs. Virtualmente, toda atividade da agência – de operações internas de gestão das contas até a entrega das campanhas – é construída em plataformas tecnológicas. Não são mais ferramentas que apóiam o negócio. Essa tecnologia é o negócio. Além disso, os canais de comunicação que você cria para si mesmo, ou para sua agência, podem também se tornar os mesmos canais que você usa para a campanha do cliente. Todos na agência precisam entender e aplicar o valor estratégico da tecnologia para se engajar com o cliente.

2 – Existe vida além do Twitter. Devemos estender nosso campo de visão para além da publicidade, para incluir todo o campo da comunicação. O colapso dos jornais pode ser um momento de definição para essa geração e terá grande impacto no setor de publicidade. Grandes inovações na comunicação estão acontecendo em campanhas políticas e iniciativas públicas de saúde. Há muito o que aprender.

3 – Devemos ser estudantes da colaboração. A publicidade sempre foi um empreendimento colaborativo, mas ainda há uma definição muito estreita de como e onde a colaboração acontece. Eu quero olhar para fora do nosso setor e aprender com outros campos – seja design de produto ou a entrega de serviços consultivos complexos – que desenvolveram novos modelos para a construção de equipes e colaboração.

4 – Nem toda cultura é popular. Para ser entendido por públicos mais amplos, os profissionais do marketing de massa fazem comunicação para o denominador comum mais baixo em termos de cultura popular e intelecto. Algo como escrever um texto para um estudante da oitava série visando toda uma população ainda é bem comum. As mídias sociais permitem conversas mais amplas com menores grupos de pessoas ao longo de um complexo cultural mais amplo. Para sermos eficazes, precisamos comandar mais profundamente as tendências sociais, políticas e artísticas. A publicidade de amanhã será forçada a fala em diferentes vozes e níveis intelectuais.

5 - A ciência invade o departamento de criação. As ciências sociais sempre tiveram um papel importante da publicidade, mas os avanços no estudo do cérebro vem criando disciplinas como o neuromarketing, que estão trazendo uma nova visão para o processo criativo. Quem se importa com o que o Diretor de Criação acha legal? O que importa é como os neurônios estão atuando no mercado alvo. No campo da psicologia, a ciência da felicidade está desencadeando um novo conhecimento sobre como as pessoas decidem o que as satisfará no futuro. Alguém na nossa equipe deve estar prestando atenção nisso.

FONTE: http://www.chmkt.com.br/2009/10/as-agencias-devem-ser-reconhecidas-pelo.html

acerto.com - pense como um designer

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1 – Aceite as limitações:

Limitações e restrições são algo maravilhoso e nos levam a soluções mais criativas e engenhosas, que sem limites nunca seriam criadas ou descobertas. A questão é: como resolver um determinado problema com os recursos e tempo que você tem?

2 – Pratique a restrição:

Qualquer pessoa pode complicar e adicionar algo mais. Porém, é necessário ter muita disciplina mental e força de vontade para fazer as escolhas mais difíceis sobre o que incluir e o que excluir. O genial está, geralmente,no que você omite ou deixa de fora.

3 – Tenha um pensamento de iniciante:

Como diz o velho ditado, na mente de um especialista há poucas possibilidades, mas, na mente de um iniciante, o mundo está escancarado. Os designers entendem a necessidade de correr riscos, especialmente durante o início da exploração do problema. Eles não tem medo de quebrar as convenções. Bons designers tem a mente aberta e confortável com a ambigüidade no início do processo. É assim que as descobertas são feitas.

4 – Deixe seu ego de lado logo na entrada:

O que importa não é você, mas eles (seu público, pacientes, alunos, etc.). Olhe o problema do ponto de vista deles – se coloque no lugar deles. Não é uma coisa fácil. Exige uma quantidade enorme de empatia. Portanto, entre em contato com seu lado empático – uma habilidade pouco valorizada, mas que pode ser um diferencial enorme e a chave para entender o problema verdadeiramente.

5 – Foque na experiência do design:

O que importa não é a coisa em si, mas a experiência dessa coisa. Tem muito a ver com a dica anterior – se coloque no lugar deles. Como as pessoas interagem com a sua solução? Lembre-se que a maior parte do design tem um componente emocional. Muitas vezes esse é o componente mais forte – apesar dos usuários não saberem disso. Nunca seja negligente com o aspecto emocional das suas soluções.

6 – Torne-se um grande contador de estórias:

Geralmente, não é só o design – ou a solução para o problema - que é importante, mas sim a estória ao seu redor. Qual o significado da solução? Pratique ilustrando o significado das suas soluções, tanto verbalmente como visualmente. Comece com o geral e vá se aproximando dos detalhes, retorne para nos lembrar do tema ou conceito central, e então volte de novo para iluminar melhores os detalhes.

7 – Pense em comunicação, não em decoração:

O Design – até mesmo gráfico – não é beleza. Design não é estética, apesar deste ser um elemento importante. Mais do que qualquer coisa, o design é resolver problemas ou tornar a situação um pouco melhor do que antes. Design não é arte, apesar de haver arte no design.

8 – Tenha obsessão por ideias, não por ferramentas:

Ferramentas são importantes e necessárias, mas elas vão e vem com novas ferramentas que vão surgindo. Seja obcecado, portanto, por ideias. Apesar da maioria das ferramentas serem efêmeras, algumas das melhores ferramentas são um lápis e um pedaço de papel. Essas são, provavelmente, as mais úteis – especialmente no estágio do pensamento – pois são as mais diretas. Um bom conselho é ser análogo no início, com as ferramentas mais simples possíveis.

9 - Clarifique a sua intenção:

Design tem a ver com escolhas e intenções, não é nada acidental. o Design é um processo. O usuário final provavelmente não perceberá o design de alguma coisa. Acaba parecendo que é algo que simplesmente funciona, supondo que eles pensam sobre tudo isso, mas a facilidade de uso (ou de entendimento) não é acidental. É o resultado de escolhas e decisões cuidadosas.

10 - Aprimore sua visão e curiosidade e aprenda com as lições ao seu redor:

Bons designers são habilidosos em notar e observar. Eles são capazes de ver tanto a imagem mais ampla como os detalhes do mundo ao seu redor. Os humanos sempre buscam padrões naturais. Esteja atento ao que você e os outros buscam. O design é um modelo mental. Você é criativo, prático, racional, analítico e passional. Alimente essas aptidões.

11 – Aprenda todas as regras e saiba quando e porque quebrá-las:

Ao longo dos séculos, aqueles que vieram antes de nós estabeleceram diretrizes úteis e necessárias – geralmente chamadas de regras ou leis, e é importante conhecê-las. No entanto, algumas podem e devem ser quebradas de vez em quando, mas é preciso saber o porquê.

FONTE: http://www.chmkt.com.br/2009/10/pense-como-um-designer.htm

acerto.com - ética em blogs coletivos

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Simples, claro, direto e objetivo. Como um acerto.

O mercado quer Consultoria ou Assessoria?

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O conceito de Assessoria e Consultoria é algo um tanto abstrato. Os próprios comunicadores – como vimos no último encontro no mercado – entram em contradição, pois não existe uma verdade absoluta sobre isso.

De qualquer forma, a Assessoria apoia no acompanhamento das ações e está mais comprometida com o fazer das tarefas propostas, enquanto o Consultor atua através de uma visão externa da situação e deve ter experiência para atuar de forma mais esclarecedora

Mesmo que Relações Públicas ainda seja sinônimo de atendente para muitos leigos no tema, trata-se na verdade de uma função estratégica, que engloba a análise do ambiente, a planificação das ideias, execução e avaliação de resultados.

Porém, como empresários e empreendedores da comunicação, temos de ter uma visão muito clara: não podemos abrir um negócio pensando em o que EU vou vender, e sim pensar em o que o MERCADO quer comprar.

O que o mercado quer hoje? Solução em comunicação. Tanto faz para eles se é Consultoria ou Assessoria. E isso varia conforme inúmeras variáveis de cada cliente.

Como abordar tudo isso? Muito prazer, somos a Acerto.com .

10.° Encontro Nacional do Terceiro Setor

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Segue aí uma boa oportunidade para quem quiser conhecer um pouco mais sobre o Terceiro Setor no Brasil. Clique na imagem para ver a versão ampliada.

O que é o Terceiro Setor?

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Um dos diferenciais da Acerto.com no mercado é seu amplo conhecimento de públicos de interesse. Com o Terceiro Setor, não é diferente, pois a Agência já teve a oportunidade de apoiar este segmento. Seguem algumas informações para fim de conhecimento.

O que você diria de um setor da economia brasileira que movimenta R$ 12 bilhões por ano, distribuídos em mais de 250 mil instituições? Este mesmo nicho emprega mais de um milhão de pessoas e representa 1,5% do PIB nacional. Pode parecer estranho, mas isso tudo é o reflexo da atuação do Terceiro Setor no Brasil, de acordo com dados do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA).

As Organizações Não Governamentais (ONGs) são os grandes propulsores deste mercado. Veja como os setores são divididos:

Primeiro Setor – Governo

Segundo Setor – Ramo privado

Terceiro Setor – ONGs

Esse grande crescimento do terceiro setor é um resultado do crescente sentimento de Responsabilidade Social, e não mais de filantropia. Essa Responsabilidade Social consiste em fazer com que todos nós nos sintamos responsáveis pela sociedade em que vivemos, enquanto a filantropia é uma ação pontual de apoio a carentes.

No ano de 2001, a ONU instituiu o Ano Internacional do Voluntário com adesão de 132 países. Nesse mesmo ano, o número de voluntários no Brasil passou de 22 milhões, para 42 milhões (mais de 20% de toda a população nacional).

Porém, fica uma pergunta: de onde sai tanto dinheiro para sustentar estas ações? Das empresas. É um ciclo, veja como funciona:

1. O dinheiro do setor PRIVADO para o PRIVADO é o MERCADO.
2. O dinheiro do setor PÚBLICO para o PÚBLICO é o GOVERNO.
3. O dinheiro do setor PRIVADO para o PÚBLICO é o IMPOSTO e o investimento no TERCEIRO SETOR.
4. O dinheiro do setor PÚBLICO para o PRIVADO é a LICITAÇÃO ou a CORRUPÇÃO.

Hoje, as grandes empresas possuem até um documento público chamado “Balanço Social”. Esse documento é um relatório de todas as ações realizadas no âmbito da Responsabilidade Social e ele existe “apenas” para isentar essas empresas de um bom montante de dinheiro que seriam absorvidos pelo estado através de alguns impostos.

Essa é uma excelente estratégia empresarial, pois além de economizar dinheiro com impostos, as ações ambientais são agentes agregadores de valor ao produto e podem fazer com que a empresa possa até atingir uma ISO 14000 (Certificação Ambiental).

Que tal fazer a sua parte com a sociedade? Ela – e a sua empresa – agradecem.