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Trato News: Brasileiros de baixa renda viajam mais

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Nos últimos dois anos, o número de pessoas que fizeram pelo menos uma viagem aumentou 83%, segundo levantamento do governo

O aumento da renda dos brasileiros contribuiu para a expansão do número de turistas dentro do País, de acordo com pesquisa divulgada ontem pelo governo. Segundo o levantamento, o número de pessoas que fizeram pelo menos uma viagem nos últimos dois anos aumentou 83% em relação ao verificado em 2007. Para o ministro do Turismo, Luiz Barretto, os dados mostram que o turismo começa a fazer parte da lista de consumo dos brasileiros de menor renda, o que significa um novo desafio para as empresas do setor. “Temos que ter produtos para essa nova classe média”, disse.

De acordo com o levantamento, 58,8% dos 2.514 entrevistados pelo Instituto Vox Populi fizeram pelo menos uma viagem no Brasil entre 2007 e 2009. Na pesquisa anterior, esse porcentual era de 32%. O número de pessoas que não viajou e nem pretende viajar nos próximos dois anos caiu para 7,6%, ante 32% na pesquisa de 2007. Neste caso, a falta de dinheiro continua sendo o principal entrave. As entrevistas foram feitas em 11 capitais, entre 17 de junho e 7 de julho.

De acordo com a pesquisa, 15,8% das pessoas que recebem de um a três salários mínimos fizeram uma viagem nos últimos dois anos. Na faixa entre 3 a 5 salários mínimos, esse fatia sobe para 19,7%. “Esse número é expressivo”, disse Barretto. “O turismo era muito concentrado nas classes A e B, e a classe C tem entrado e contribuído para o alargamento da base”, acrescentou.

A pesquisa mostra ainda que a internet tem ganhado mais espaço como instrumento de pesquisa para definir roteiros de viagens. A rede mundial de computadores foi citada por 39% dos entrevistados como a principal fonte de informação, praticamente empatada com a tradicional consulta a amigos e familiares, ainda a melhor alternativa para 41% dos entrevistados.

O planejamento das viagens por conta própria também é outra característica do turista brasileiro revelada pela pesquisa. Da parcela de entrevistados que fizeram alguma viagem desde 2007, mais de 78% não utilizaram os serviços oferecidos pelas agências de viagem. Para Barretto, as empresas do setor devem buscar mais especialização e diversificação, para tentar atender aos diferentes perfis de turistas do País.

Fonte: Jornal O Estado de São Paulo

Trato. Fazendo da Comunicação uma arte.

Projetos de Visibilidade Sírio Libanês Unidade Porto Alegre

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O Hospital Sírio Libanês apresentou  deficiências na visibilidade institucional junto ao público externo. Para uma instituição baseada e fundamentada por uma sociedade beneficiente, voltada para a filantropia, consideramos essa deficiência não só um ponto fraco da referida instituição como também uma perda profunda na imagem institucional que o HSL possui. Apesar de permear seus passos pelos princípios norteadores da instituição: Calor Humano, Excelência, Pioneirismo, Conhecimento e Filantropia, o público alvo da instituição não o reconhece na imagem institucional. Para isso, a idéia é de trabalharmos com campanhas institucionais que relembrem esse público a identidade humanitária e a identificação do hospital com a identidade cultural da cidade que representa, neste caso, a cidade de Porto Alegre.

Campanha ” Nós queremos fazer parte da sua História”

Porto Alegre e o Rio Grande do Sul são considerados pelo  Marketing Brasileiro como um espaço onde as pessoas valorizam sua origem gaúcha e sua cultura.São correntes as adaptações de instituições vindas de outros estados que tiveram que modificar parte da sua cultura institucional para confirmar sua ligação com a cidade e o estado. Para o lançamento do HSL Unidade de Porto Alegre, Lançamos a Campanha ” Queremos fazer parte da sua história! ”

A idéia da campanha é trabalhar a identidade de “estrangeiro” do Sírio Libanês, utilizando personalidades oriundas de outros países ou outros estados brasileiros, já adotadas pelos gaúchos e consideradas importantes na história de Porto Alegre. No caso do boneco desta apresentação, escolhemos a  Diretora do Teatro São Pedro, a Senhora Eva Sofher, Alemã, residente em Porto Alegre desde 1960, reconhecida pela sua atuação frente ao São Pedro, reformando e dando o devido mérito ao mais antigo teatro de Porto Alegre. Hoje, Eva Sofher é considerada sinônimo de  uma mulher forte, com personalidade, uma verdadeira  gaúcha adotada pela cidade.Como Eva, o HSL Unidade de Porto Alegre quer ser adotada pelos gaúchos reconhecida pela comunidade

Na comunicação visual, o uso de  cores como ocre e textura antiga reforçam o conceito de história, de estar escrevendo a instituição como parte da História de Porto Alegre e dos Porto Alegrenses. Já o slogam “Nós queremos fazer parte da sua história” é um slogam referencial, pois  a idéia da campanha é inserir a instituição na história da cidade de Porto Alegre, mas também na história de cada pessoa  que precisar dos serviços do hospital.

Os veículos  sugeridos para serem utilizados na campanha gráfica são:

-         Outdoor

-         Frontlights

-         Revistas do Rio Grande do Sul  ex. VEJA Porto Alegre

-         Zero Hora

-         Correio do Povo

A campanha pode ser explorada em spot para rádios e TV, com a personalidade falando sobre sua história em Porto Alegre.

Trato - Fazendo da Comunicação uma arte

Trato Comunicação e o Case Sírio Libanês

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O Hospital Sírio Libanês é reconhecidamente uma instituição de excelência. Considerado um hospital de ponta, não só no país mas internacionalmente, aliando pesquisa e inovação em seus tratamentos médicos. Humanismo, pioneirismo e excelência são as três vertentes que norteiam as atividades do Hospital Sírio-Libanês há 85 anos. Seu conceito nasceu em 1921, da iniciativa de um grupo de senhoras da primeira geração de imigrantes sírios e libaneses, que desejavam oferecer assistência médica de qualidade na cidade de São Paulo.

Atualmente, conta com mais de 100 mil metros construídos e 4,5 mil colaboradores, entre funcionários, equipe de enfermagens e médicos, possuindo capacidade de realizar mais de 50 cirurgias por dia, cerca de dois mil tipos de exames diagnósticos e acolher 300 pessoas em seus leitos. Além disso, atende mais de 40 especialidades, entre eles o Centro de Oncologia, Núcleo de Mastologia, Núcleo de Tórax,Check-up da Memória e Núcleo de Cardiologia.

Para este trabalho, nós da Trato Assessoria em comunicação, propomos um projeto comunicacional para a unidade do Hospital Sírio Libanês na cidade de Porto Alegre. Através de um diagnóstico efetuado na unidade de São Paulo, analisamos pontos considerados fortes, os quais devem continuar e pontos considerados fracos, ao qual procuramos oferecer alternativas para melhora-los e alcançar então o nível de excelência objetivado na missão desta instituição. Conheça  agora nosso projeto comunicacional:

O departamento de comunicação do Hospital Sírio Libanês em São Paulo conta atualmente com 5 funcionários efetivos, constituintes das três vertentes comunicacionais : Relações Públicas, Jornalismo e Publicidade. São chefiados pela Jornalista Kátia Ribeiro.Há ainda a colaboração de funcionários terceirizados da WN&P Comunicação. O número de terceirizados não foi divulgado.

Os trabalhos efetuados pelo departamento envolvem o desenvolvimento de conteúdo para o site da instituição, organização de eventos do hospital ( congressos médicos, eventos para clientes corporativos, assessoria de imprensa) . Há ainda o trabalho editorial das duas revistas da casa, a Revista do Hospital, edição bimensal e a Revista dos Médicos, também bimensal.

Ao analisarmos os números estatísticos do hospital Sírio Libanês ( números de funcionários, núcleos e tamanho do hospital) e o tamanho do efetivo do departamento de comunicação, nota-se claramente uma incongruência. Há uma subvalorização do trabalho de comunicação aplicado no HSL São Paulo, com a quantidade de trabalho maior do que a equipe do departamento de comunicação, criando assim um desempenho insatisfatório deste departamento frente as suas atividades, principalmente a de visibilidade com o grande público.

Projeto Reestruturação do Departamento de Comunicação

A falta de efetivo no departamento de comunicação é considerado um ponto fraco na Instituição de São Paulo. Para o HSL unidade de Porto Alegre, a proposta da Trato é de reestruturar o departamento com divisões em áreas (núcleos) especificas que abranjam as atividades de maior número e importância. Assim, em vez de um departamento de comunicação sem subdivisões e generalizado entre todas a atividades,teríamos pessoas especializadas para cada grande área, comandados por um chefe de departamento, integrando os núcleos.

1.a- Núcleo de Assessoria de Imprensa – quantidade de 2 jornalistas e uma Relações Públicas :com objetivo de produção de releases, relacionamento com a imprensa e órgãos afins.

1-b- Núcleo de Jornalismo: Quantidade 3 jornalistas chefes,contratação de estagiários para cada centro e núcleo de Medicina Avançada e para a área de pesquisa: Objetiva a produção de conteúdo e informação de todas as bases do hospital. Responsáveis pelos veículos gráficos

1-c Núcleo de Relações Públicas: 4 Rps e 1 publicitário para trabalhar com os diversos públicos institucionais, campanhas institucionais, projetos de responsabilidade ambiental e social.

1-d Núcleo de Eventos: 3 Relações Públicas com foco somente nos eventos da instituição, como congressos e eventos corporativos.

1-e- Núcleo web- 1 jornalista,um especialista em informática e design

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Através de atividades específicas, os núcleos se relacionam com reuniões semanais, redefinindo continuamente o cronograma das atividades mensais, com atualidades. Havendo uma troca contínua de informações e atividades em conjunto inter-relacionadas, com um efetivo maior, de 5 pessoas para 15, e trabalhando o conceito de comunicação integrada, o potencial de visibilidade pode ser trabalhado em toda a sua amplitude. O uso de pessoal terceirizado completa o quadro para as diferentes ações.

TRATO-Fazendo da comunicação uma arte.

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Nova Logomarca

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Não ter medo de desafios. Não temer mudanças.

Como a Trato está sempre em movimento e as duas frases anteriores são consideradas máximas para nossa Agência , a Trato mudou.

Mudamos nosso Logotipo, mudamos nossa cara. Nosso novo logo representa a mudança das formas simples para  formas mais rebuscadas, mas complexas .A complexidade da arte, do mercado  que representamos.

Nosso logo mudou. Mas nossa essência continua a mesma.


Logomarca Trato

Logomarca Trato

Trato. Fazendo da Comunicação uma Arte.

Modelo de Diagnóstico Trato

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Na comunicação não há genéricos. Como verdadeiros Relações Públicas sabemos que cada caso merece  um

diagnóstico e uma resposta cirúrgica. Eis a nossa receita: Dedicação e Criatividade

Modelo de Diagnóstico Trato

Modelo de Diagnóstico Trato

Modelo de Diagnóstico Trato

Modelo de Diagnóstico Trato

Nosso Mix de Serviços

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Especializada no Mercado Cultura com foco em cultura, mídia, mercado editorial e eno-gastronomia a Trato Assessoria em Comunicação desenvolve estratégicamente a comunicação de seus clientes. Nosso mix de serviços incluem as áreas de Planejamento e implantação de novas políticas culturais nas organizações  privadas, Marketing Cultural, Criação e produção de conteúdo, Relacionamento  com públicos e Eventos

Planejamento

Planejamento

Eventos

Eventos

  

Criação e Produção de Conteúdo

Criação e Produção de Conteúdo

Marketing Cultural

Marketing Cultural

Relacionamento

Relacionamento

55º Feira do Livro 30 de Outubro a 15 de novembro

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Campanha Gráfica da 54º Feira do Livro

A Feira do Livro de Porto Alegre é uma das mais antigas do País. Sua primeira edição ocorreu em 1955 e seu idealizador foi o jornalista Say Marques, diretor-secretário do Diário de Notícias. Inspirado por uma feira que visitara na Cinelândia no Rio de Janeiro, Marques convenceu livreiros e editores da cidade a participarem do evento.

O objetivo era popularizar o livro, movimentando o mercado e oferecendo descontos atrativos. Na época, as livrarias eram consideradas elitistas. Por esse motivo, o lema dos fundadores da primeira Feira do Livro foi: Se o povo não vem à livraria, vamos levar a livraria ao povo.

A Praça da Alfândega era um local muito movimentado na Porto Alegre dos anos 50 e de 400 mil habitantes. E, no dia 16 de novembro de 1955, era inaugurada a 1ª Feira do Livro, com 14 barracas de madeira instaladas em torno do monumento ao General Osório.

Na segunda edição do evento, iniciaram as sessões de autógrafos. Na terceira, passaram a ser vendidas coleções pelo sistema de crediário. Nos anos 70, a Feira assumiu o status de evento popular, com o início da programação cultural. A partir de 1980, foi admitida a venda de livros usados. E, na década de 90, conquistou grandes patrocinadores, estimulados pelas leis nacional e estadual de incentivo à cultura.

A infra-estrutura foi ampliada e modernizada, os eventos culturais se consolidaram e a Feira passou a receber grandes nomes do mercado editorial brasileiro e internacional

Patronos em 42 edições
A Feira do Livro de Porto Alegre adotou a tradição de eleger um patrono na 11ª edição, escolhendo o jornalista, político e escritor Alcides Maya. Os patronos eram eleitos entre escritores e livreiros significativos para o mercado editorial gaúcho e já falecidos. Entre os anos de 1965 e 1983, foram homenageados 13 escritores gaúchos, um jornalista, três livreiros e dois escritores estrangeiros.

Em 1984, a 30ª edição inicia uma nova fase. O patrono Maurício Rosenblatt, um dos fundadores e grande incentivador da Feira, é o primeiro homenageado em vida. A partir desse ano, os patronos passaram a ser escritores gaúchos ou radicados no Estado em atividade.

Na 40ª edição, a Câmara do Livro fez uma homenagem a outros fundadores do evento. Foram escolhidos como patronos Nelson Boeck, Edgardo Xavier, Mário de Almeida e Sétimo Luizelli

Patrono 55º Feira do Livro

Carlos Urbim

O jornalista e escritor gaúcho Carlos Urbim será o patrono da Feira do Livro 2009. O anúncio do nome foi feito por Charles Kiefer, atual patrono do evento, que passará o cargo a Urbim a partir de 30 de outubro, quando se inicia a edição 2009 da Feira do Livro de Porto Alegre. Urbim agradeceu a indicação e comemorou a escolha, pois esta foi sua oitava participação como patronável. “Não aguentava mais ficar na fila”, confessou, entre risos da platéia, formada por jornalistas e integrantes da diretoria da Câmara Rio-Grandense do Livro, além de ex-patronos, como Antonio Hohlfeldt e Walter Galvani.

A escolha do patrono da Feira é feita via votação de um colégio eleitoral, formado pela diretoria e associados da CRL, patronos de feiras anteriores, titulares de entidades culturais e associativas ligadas à área do livro, entre outros. Cada um deles votou em três dentre os cinco indicados pela Câmara Rio-Grandense do Livro este ano - além de Urbim, concorriam Airton Ortiz, Juremir Machado da Silva, Luís Augusto Fischer e Regina Zilberman. Computados os votos, Urbim foi o que teve maior número de indicações.

Bastante emocionado, Carlos Urbim fez questão de mandar beijos e abraços para seus vizinhos da rua América, em Porto Alegre, e para seus conterrâneos de Livramento, na fronteira do Rio Grande do Sul com o Uruguai. O jornalista e escritor garantiu ainda que circulará pela feira acompanhado de traças, guris daltônicos, sacos de brinquedos e pandorgas, temas recorrentes em sua literatura voltada para o público infanto-juvenil.

A Agência da Feira do Livro

A Agência Matriz foi fundada em 2000 com a união de três sócios: Alberto Freitas ( diretor de Operações), Luiz Coronel(Diretor Institucional) e Roberto Philomena(diretor de Criação). A proposta de trabalho sempre foi clara. Fazer  comunicação com ética, envolvimento comunitário e respeito ao consumidor.

As empresas identificadas com o posicionamento da Agencia Matriz perceberam que responsabilidade social pode ser um grande negócio. O alvo das campanhas é a satisfação das pessoas que consomem os produtos que anunciam. Quando a agência e o cliente definem claramente essa estratégia de ação, todas as ferramentas empregadas e as iniciativas adotadas ganham uma nova origem e um único fim: cativar pessoas.

A definição da Agência pela própria é: Pesquisamos, planejamos, projetamos, criamos e produzimos conceitos voltados para quem desejamos emocionar.

Com tudo isso, a Agência Matriz possui clientes como Grupo RBS, Bourbom Shopping, AES SUL, Cristofoli, Fepam, Zaffari, Tintas Renner e a Campanha da 55º Feira do Livro., entre tantos outros.

Conheça a Agência Matriz

Confira o material publicitário produzido pela Agência Matriz para a 54ª Feira do Livro de Porto Alegre (31 de outubro a 16 de novembro de 2008).

Campanha Feira do livro

Fontes: Assessoria de Imprensa Feira do Livro, Notícias e Agência Matriz

 

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Campanha pela ética

Campanha pela ética

Ética é um tema fascinante, mas complexo. Fascinante porque em teoria é compreensível e inspirador e complexo porque se dá na prática por meio das pessoas. A Ética é, portanto, um produto das relações humanas. De forma pragmática, a ética se apresenta como o assunto cujo estudo tem tornado possível maximizar a eficácia das relações humanas nas organizações. Em seu sentido mais abrangente, a ética significa o conjunto de valores e da moral que conduzem um indivíduo a tomar decisões, no que se refere principalmente às suas relações com o mundo. Não se pode estudar a ética de forma isolada, mas com foco no ambiente e nas relações humanas ali existentes.

Na busca de facilitar o convívio em sociedade são criadas normas formais, que podem estar escritas ou normas morais, que são simbólicas e se manifestam por comportamentos fortalecidos nas teias sociais ao longo dos anos. O objetivo das normas é o de se tentar prever, racionalizar e evitar que conflitos éticos ocorram.

A questão ética nas organizações passa pela compreensão da sua cultura organização. Quais os valores e crenças desta organização e como suas questões do cotidiano são resolvidas?

Edgar Schein (1982) define cultura organizacional como sendo um padrão de suposições básicas inventadas, descobertas ou desenvolvidas pelos membros de uma empresa para lidar com problemas de adaptação externa e integração interna.  Estes padrões funcionam com eficácia suficiente para serem considerados válidos e, em seguida, ensinadoss aos novos membros como a maneira correta de perceber, pensar e sentir esses problemas.

Observa-se que a prática da ética nas organizações, por caminhos formais ou informais, instala-se por referências ideais de comportamentos e procedimentos que servem de guia, modelo e exemplo de ações ou atitudes tidas como aceitas ou recomendadas.

A formalização de um Código de Ética enfrenta um difícil caminho de construção, implementação e manutenção nas organizações.

Na construção, o desafio está em tornar perceptível o que, de fato, se constitui como valor a serviço da visão e da missão da Empresa. A fronteira entre o código de ética de uma empresa e o ideal de comportamento humano pode levar à construção de um produto incompatível com a gestão corporativa. Assim, o produto (código de ética) pode surgir fadado a ser um mero instrumento ilustrativo ou, no máximo, uma ferramenta a serviço da divulgação de imagem da corporação.

Na implementação, o risco consiste em ter um código de ética elaborado, bem redigido, inserido em manuais, mas que não seja do conhecimento das pessoas ou ainda, não seja aceito como padrão efetivo de diretrizes da ação profissional. A implementação de um Código de Ética pressupõe a elaboração de um projeto específico, com ações de treinamento e endomarketing para divulgação e fixação de seu conteúdo como valor para a organização.

Na manutenção de um código de ética é necessário que se tenham os guardiões que, em geral, compõem o Conselho de Ética e têm por objetivo: analisar os casos discrepantes ou não descritos e auxiliar na identificação das necessidades de revisão dos itens existentes, sugerindo acréscimos ou mudanças.

Mesmo quando uma organização não tem um código de ética formal, sempre existe um conjunto de princípios e normas que sustentam as suas práticas.

A maneira como a organização opera, a partir da experiência em diferentes situações, reflete a crença de cada instituição. Essa crença é detalhada no Modelo de Gestão (Fornari, 2004) que tem como ponto de partida a visão e a missão da organização.

Na manutenção, o risco é não manter este código atual e aderente à cultura organizacional da empresa.

Os Valores são afirmações sobre as crenças fundamentais, princípios que podem ser compartilhados, aprendidos e formam a base a partir da qual as ações e decisões organizacionais serão tomadas. O conjunto de valores orienta a definição de políticas e diretrizes, que se consolidam nos hábitos e costumes. Os valores servem de guia para definição de prioridades e de como todos devem se conduzir na busca dos objetivos da organização. Embora tenham caráter permanente, os valores devem ser periodicamente revisitados, para evoluir com a sociedade e com as necessidades da empresa, formando um conjunto vivo de crenças.

Em torno dos valores, as pessoas, constroem modelos de referência para atuar de forma independente e delegada, respeitando seus interesses, crenças e as variações culturais.

Além da declaração de valores, outros artefatos culturais contribuem para disseminar os princípios éticos de uma organização (exemplo dos líderes; código de ética e o conselho de ética).

A ética numa organização, seja ela empresarial ou governamental, deve ser pautada pelos mesmos princípios. Qualquer ação ou decisão, coletiva ou pessoal, não pode prescindir de um comportamento ético, já que os códigos de conduta devem ser uma ferramenta de gestão para estabelecer e articular os valores corporativos, as responsabilidades sociais, e as obrigações da organização que, em última análise, vão definir a forma como atua para atingir os fins coletivos a que se propõe.

Nós, da Trato Assessoria, acreditamos que para haver uma mudança na filosofia da empresa, precisamos começar com um movimento de conversão,do micro para o macro, do indívidual para o coletivo.Um movimento que possa penetrar todos os níveis da cultura. Concordamos também, que de nada adianta redigir um código de ética e fazer com que as pessoas o cumpram. É necessário uma transformação profunda, uma retomada da consciência ética, de valores morais que permeiem o coletivo, não o eu individual.

Por isso, lançamos a Campanha pela Prática das Atitudes Éticas. Uma pequena ação em vista do grande debate que o é, mas a Trato sabe que um longo caminho começa sempre pelo primeiro passo.

Dê um primeiro passo você também!Pense, aja, construa, todos os dias, éticamente.

Mercado Cultural não se sustenta sozinho

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Fonte: Folha de São Paulo

Se, numa canetada, acabassem os incentivos fiscais destinados à cultura, os palcos brasileiros esvaziariam. Mesmo aqueles ocupados por artistas que, na discussões sobre a nova Lei Rouanet, têm sido definidos como “consagrados”. As bilheterias sozinhas, salvo exceções, não pagam peças, shows e filmes feitos no país. O mercado da cultura brasileiro não é autossustentável.

“O artista famoso precisa de lei”, crava Sergio Ajzemberg, que trabalha com marketing cultural. “Existe um circuito fechado de artistas que vivem de Lei Rouanet”, diz Juca Muller, produtor de shows nacionais (Detonautas) e internacionais (Earth Wind & Fire). “As empresas querem associar suas marcas aos grandes nomes, não a desconhecidos.” As leis, além de tornarem mais visível quem já tem nome, inflaram os custos e agigantaram o mercado cultural. Mas teria o público acompanhado esse ritmo? Os números indicam que não.

O dinheiro de imposto que as empresas destinam à cultura beneficiou certos artistas, mas não chegou à população. É esse descompasso entre produção e acesso que tem feito com que sejam contestados projetos bancados com lei e, ainda assim, caros. “Os automóveis têm redutor de IPI e as pessoas entendem o porquê. No caso da cultura, isso não é totalmente aceito”, diz o advogado Fábio de Sá Cesnik. “Todo mundo diz que o teatro é caro. É? Alguém sabe quanto eu gasto para produzir uma peça?”, pergunta Antonio Fagundes.

E quanto custa a turnê de um músico? A bilheteria é capaz de bancar todos os custos?

Depende. Leninha Brandão (que trabalha com Vanessa da Mata e Lenine) diz que precisou captar R$ 660 mil de uma empresa de cosméticos para que Lenine fizesse um disco e shows em diversas capitais do país com ingresso a R$ 40.

Já Marcelo Lobato (de Marcelo D2 e Pitty) afirma que a bilheteria paga as despesas. “Faço a agenda de meus artistas e vendo os shows para contratantes locais. Ou esses contratantes pagam os cachês usando bilheteria ou se viram para arrumar patrocínio.”

A discussão torna-se ainda mais complexa quando a cultura confunde-se com o entretenimento –em tese, comercialmente viável. “Quem trabalha com entretenimento tende a entregar às pessoas o que elas querem, ou seja, pensa no freguês. Às vezes isso tem ligação com a cultura, às vezes não”,delimita Pena Schmidt, superintendente do Auditório Ibirapuera. “Mas essa linha é tênue”, diz, lembrando que, do rei que encomendava obras a um artista, passando pelo Estado e pelas gravadoras, a música sempre foi subsidiada.

Schmidt se pergunta se poderia ser diferente. E responde: “Com a estrutura de teatros que temos, não. Fala-se muito nos cinemas, mas os teatros também foram vendidos para igrejas. Por não haver incentivo para a construção de teatros, proliferou a indústria do montar e desmontar palcos. Nas casas pequenas, o que banca um show é a venda de bebidas.”

No Auditório Ibirapuera, a bilheteria responde por 10% do orçamento da casa. Parte é bancado pela TIM, sem leis, e parte vem do aluguel para eventos fechados. No Teatro Alfa, a conta é semelhante. A bilheteria responde por 20% do orçamento. Metade da arrecadação vem dos patrocínios e 30% do aluguel para eventos.

Segundo Elizabeth Machado, superintendente do Alfa, um espetáculo orçado em R$ 600 mil rende, na bilheteria, cerca de R$ 100 mil. Por que a conta não fecha? “Porque eu teria de cobrar R$ 400 reais. E aí a conta não fecharia porque o teatro não lotaria.” O produtor Emílio Kalil, que trará o grupo de Pina Baush para o Brasil, ainda não conseguiu patrocínio e, apesar dos ingressos esgotados, antevê o prejuízo. “A temporada custa R$ 1 milhão. São 58 pessoas, dois contêineres, dez dias de hotel, locomoção, estrutura técnica. É uma estrutura caríssima, que o público não vê, diz.

E antes das leis, como isso era pago? Em primeiro lugar, é preciso dizer que, pós-leis, cerca de 100 mil empresas prestadoras de serviço –de alimentação a luz– se oficializaram para entrar na engrenagem de notas fiscais e prestação de contas. “Se você quer filmar numa esquina, o dono da padaria te cobra. Há 30 anos não era assim”, exemplifica o cineasta Hector Babenco. Mas há outras respostas.

“Muitos produtores iam chorar no colo dos governos”, diz Kalil. “O governo brasileiro, historicamente, trabalhou com incentivos. Nos anos 1970, as gravadoras tinham desconto nos impostos se investissem em artistas nacionais”, diz Cesnik. Há quem vá mais longe. “Tínhamos uma população acostumada a ir ao teatro, ao cinema”, diz Ajzemberg. É essa uma das diferenças entre o Brasil e os países europeus. “A média da população brasileira não consome cultura.”

fonte: ANA PAULA SOUSA e THIAGO NEY - da Folha de S.Paulo - 19 de setembro de 2009

Convite Café com Quadrinhos

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O próximo passo, depois de lançarmos o teaser e gerarmos expectiva, é o de enviar os convites para a imprensa, formadores de opinião e público estratégico. Foi feito em forma de Press Kitt, contendo realease, convite para o evento e cartão de de crédito da Café com Quadrinhos com o nome do convidado. Você pode conferir o Press Kitt logo abaixo:

Release Café com Quadrinhos

Release Café com Quadrinhos

Convite

Convite

Cartão de Crédito

Cartão de Crédito