Arquivo da Categoria 'Identidade das Agências'

13ª Parada Livre de Porto Alegre

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A Agência Fala busca o crescimento das empresas com diversos públicos-alvos. Atualmente, uma grande fatia de consumidores vem crescendo por sua visibilidade, alto poder de aquisição econômica e amenização de um grande câncer social: o preconceito.

O público GLS tem ganhado cada vez mais espaço e respeito da sociedade, quer seja no Brasil ou no exterior. Tamanha exposição, não passa despercebida dos profissionais de marketing, pois há uma necessidade de conquistar esse público que é ávido por consumir serviços e produtos voltados para seu segmento. Os Profissionais sabem da necessidade que suas marcas têm de estarem na cabeça dos clientes ou futuros consumidores. De olho nessas empresas, denominadas Gay-Friendly, a Fala desperta-se para essa realidade e, esquecendo as barreiras impostas pela discriminação, faz um trabalho de planejamento de marketing voltado para o mercado GLBT (Gays, Lésbicas, Bissexuais, Travestis e Transexuais).

Neste domingo, 25 de outubro, acontece a 13ª Parada Livre, no Parque da Redenção. A Equipe Voluntária Brasil estará presente e fará sua parte. Veja o link abaixo:
http://www.equipevoluntaria.org.br/portal/index.php/parada-gay-porto-alegre/

Aproveite e conheça o trabalho da Equipe Voluntária Brasil e suas ações em seu portal:
http://www.equipevoluntaria.org.br/portal/

É a Fala comunicando-se em prol do orgulho de viver sem preconceitos.

Fala.
Comunicação direto ao ponto.

Hospital Sírio-Libanês investindo em cultura

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Soul Comunicação tem o prazer de comunicar as ações realizadas por seus clientes, os quais destacam-se no mercado por suas ações responsáveis e admiráveis.

Desta vez, trata-se do Hospital Sírio-Libanês, que mais uma vez investe na cultura brasileira, buscando ser reconhecido como uma instituição solidária e consciente. A instituição apoia as ações que acontecem na cidade de São Paulo, entre os meses de julho e dezembro.  A propositora do projeto é a EDP Bandeirante, distribuidora de energia elétrica do grupo EDP, com apoio do Instituto EDP,  a qual levará um extenso roteiro de arte e cultura para as regiões de sua área de atuação, no estado de São Paulo, ao patrocinar  projetos culturais.

A iniciativa conta com apoio da Lei do ProAC - Programa de Ação Cultural do Governo do Estado e das prefeituras locais e contemplará 28 cidades no interior de São Paulo, das regiões do Alto Tietê, Vale do Paraíba e Litoral Norte. A população dessas localidades terá a oportunidade de apreciar apresentações de espetáculos teatrais, performances e exibição de filmes, além de participar de concurso fotográfico.

A programação é a seguinte:

- 02 de julho, início com o projeto Teatro a Bordo, da companhia Abaréteatro. Durante os meses de setembro, outubro e novembro, um caminhão contênier - adaptado para se transformar em palco - circulará de dois a quatro dias em cada uma das cidades e em cada ponto de apresentação será montado um teatro Móvel.

- 17 de julho a 02 de setembro, a programação cultural passa a contar com o Festival do Minuto Móvel, que percorrerá 20 cidades, de Caraguatatuba a Guarulhos, com apresentações de uma seleção de filmes premiados do Minuto.

Segundo do concurso fotográfico Arte de Fotografar – Revele sua Cidade. A partir do tema “As pequenas Coisas da Vida”, os participantes poderão retratar imagens que melhor representem a sua cidade e o seu cotidiano.

As cidades contempladas no roteiro cultural da Bandeirante serão: Guarulhos, Cruzeiro, Cachoeira Paulista, Canas, Guaratinguetá, Lorena, Potim, Pindamonhagaba, Roseira, Aparecida, Monteiro Lobato, Tremembé, Taubaté, Caçapava, São José dos Campos, Jacareí, Jambeiro, Guararema, Santa Branca, Poá, Ferraz de Vasconcelos, Suzano, Mogi das Cruzes, Itaquaquecetuba, Biritiba Mirim, Salesópolis, Caraguatatuba e São Sebastião.

A programação estará disponível no site www.institutoedp.com.br

Hospital Sírio Libanês investe em sustentabilidade

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Ainda durante o levantamento de dados de nosso atual cliente Hospital Sírio Libanês, a Soul Comunicação tomou conhecimento do patrocínio investido por este em sustentabilidade: o site Agenda Sustentável. Nessa página da Web, são abordadas diversas ações realizadas em nome de causas sociais - infra-estrutura; emprego; alimentação; educação; e saúde - inseridas nos segmentos de agronegócios,  bens de consumo, energia, serviços públicos, transporte, entre outros.

Acessem o site Agenda Sustentável e confiram a “sustentabilidade na prática”!

http://www.agendasustentavel.com.br

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Campanha pela ética

Campanha pela ética

Ética é um tema fascinante, mas complexo. Fascinante porque em teoria é compreensível e inspirador e complexo porque se dá na prática por meio das pessoas. A Ética é, portanto, um produto das relações humanas. De forma pragmática, a ética se apresenta como o assunto cujo estudo tem tornado possível maximizar a eficácia das relações humanas nas organizações. Em seu sentido mais abrangente, a ética significa o conjunto de valores e da moral que conduzem um indivíduo a tomar decisões, no que se refere principalmente às suas relações com o mundo. Não se pode estudar a ética de forma isolada, mas com foco no ambiente e nas relações humanas ali existentes.

Na busca de facilitar o convívio em sociedade são criadas normas formais, que podem estar escritas ou normas morais, que são simbólicas e se manifestam por comportamentos fortalecidos nas teias sociais ao longo dos anos. O objetivo das normas é o de se tentar prever, racionalizar e evitar que conflitos éticos ocorram.

A questão ética nas organizações passa pela compreensão da sua cultura organização. Quais os valores e crenças desta organização e como suas questões do cotidiano são resolvidas?

Edgar Schein (1982) define cultura organizacional como sendo um padrão de suposições básicas inventadas, descobertas ou desenvolvidas pelos membros de uma empresa para lidar com problemas de adaptação externa e integração interna.  Estes padrões funcionam com eficácia suficiente para serem considerados válidos e, em seguida, ensinadoss aos novos membros como a maneira correta de perceber, pensar e sentir esses problemas.

Observa-se que a prática da ética nas organizações, por caminhos formais ou informais, instala-se por referências ideais de comportamentos e procedimentos que servem de guia, modelo e exemplo de ações ou atitudes tidas como aceitas ou recomendadas.

A formalização de um Código de Ética enfrenta um difícil caminho de construção, implementação e manutenção nas organizações.

Na construção, o desafio está em tornar perceptível o que, de fato, se constitui como valor a serviço da visão e da missão da Empresa. A fronteira entre o código de ética de uma empresa e o ideal de comportamento humano pode levar à construção de um produto incompatível com a gestão corporativa. Assim, o produto (código de ética) pode surgir fadado a ser um mero instrumento ilustrativo ou, no máximo, uma ferramenta a serviço da divulgação de imagem da corporação.

Na implementação, o risco consiste em ter um código de ética elaborado, bem redigido, inserido em manuais, mas que não seja do conhecimento das pessoas ou ainda, não seja aceito como padrão efetivo de diretrizes da ação profissional. A implementação de um Código de Ética pressupõe a elaboração de um projeto específico, com ações de treinamento e endomarketing para divulgação e fixação de seu conteúdo como valor para a organização.

Na manutenção de um código de ética é necessário que se tenham os guardiões que, em geral, compõem o Conselho de Ética e têm por objetivo: analisar os casos discrepantes ou não descritos e auxiliar na identificação das necessidades de revisão dos itens existentes, sugerindo acréscimos ou mudanças.

Mesmo quando uma organização não tem um código de ética formal, sempre existe um conjunto de princípios e normas que sustentam as suas práticas.

A maneira como a organização opera, a partir da experiência em diferentes situações, reflete a crença de cada instituição. Essa crença é detalhada no Modelo de Gestão (Fornari, 2004) que tem como ponto de partida a visão e a missão da organização.

Na manutenção, o risco é não manter este código atual e aderente à cultura organizacional da empresa.

Os Valores são afirmações sobre as crenças fundamentais, princípios que podem ser compartilhados, aprendidos e formam a base a partir da qual as ações e decisões organizacionais serão tomadas. O conjunto de valores orienta a definição de políticas e diretrizes, que se consolidam nos hábitos e costumes. Os valores servem de guia para definição de prioridades e de como todos devem se conduzir na busca dos objetivos da organização. Embora tenham caráter permanente, os valores devem ser periodicamente revisitados, para evoluir com a sociedade e com as necessidades da empresa, formando um conjunto vivo de crenças.

Em torno dos valores, as pessoas, constroem modelos de referência para atuar de forma independente e delegada, respeitando seus interesses, crenças e as variações culturais.

Além da declaração de valores, outros artefatos culturais contribuem para disseminar os princípios éticos de uma organização (exemplo dos líderes; código de ética e o conselho de ética).

A ética numa organização, seja ela empresarial ou governamental, deve ser pautada pelos mesmos princípios. Qualquer ação ou decisão, coletiva ou pessoal, não pode prescindir de um comportamento ético, já que os códigos de conduta devem ser uma ferramenta de gestão para estabelecer e articular os valores corporativos, as responsabilidades sociais, e as obrigações da organização que, em última análise, vão definir a forma como atua para atingir os fins coletivos a que se propõe.

Nós, da Trato Assessoria, acreditamos que para haver uma mudança na filosofia da empresa, precisamos começar com um movimento de conversão,do micro para o macro, do indívidual para o coletivo.Um movimento que possa penetrar todos os níveis da cultura. Concordamos também, que de nada adianta redigir um código de ética e fazer com que as pessoas o cumpram. É necessário uma transformação profunda, uma retomada da consciência ética, de valores morais que permeiem o coletivo, não o eu individual.

Por isso, lançamos a Campanha pela Prática das Atitudes Éticas. Uma pequena ação em vista do grande debate que o é, mas a Trato sabe que um longo caminho começa sempre pelo primeiro passo.

Dê um primeiro passo você também!Pense, aja, construa, todos os dias, éticamente.

Mercado Cultural não se sustenta sozinho

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Fonte: Folha de São Paulo

Se, numa canetada, acabassem os incentivos fiscais destinados à cultura, os palcos brasileiros esvaziariam. Mesmo aqueles ocupados por artistas que, na discussões sobre a nova Lei Rouanet, têm sido definidos como “consagrados”. As bilheterias sozinhas, salvo exceções, não pagam peças, shows e filmes feitos no país. O mercado da cultura brasileiro não é autossustentável.

“O artista famoso precisa de lei”, crava Sergio Ajzemberg, que trabalha com marketing cultural. “Existe um circuito fechado de artistas que vivem de Lei Rouanet”, diz Juca Muller, produtor de shows nacionais (Detonautas) e internacionais (Earth Wind & Fire). “As empresas querem associar suas marcas aos grandes nomes, não a desconhecidos.” As leis, além de tornarem mais visível quem já tem nome, inflaram os custos e agigantaram o mercado cultural. Mas teria o público acompanhado esse ritmo? Os números indicam que não.

O dinheiro de imposto que as empresas destinam à cultura beneficiou certos artistas, mas não chegou à população. É esse descompasso entre produção e acesso que tem feito com que sejam contestados projetos bancados com lei e, ainda assim, caros. “Os automóveis têm redutor de IPI e as pessoas entendem o porquê. No caso da cultura, isso não é totalmente aceito”, diz o advogado Fábio de Sá Cesnik. “Todo mundo diz que o teatro é caro. É? Alguém sabe quanto eu gasto para produzir uma peça?”, pergunta Antonio Fagundes.

E quanto custa a turnê de um músico? A bilheteria é capaz de bancar todos os custos?

Depende. Leninha Brandão (que trabalha com Vanessa da Mata e Lenine) diz que precisou captar R$ 660 mil de uma empresa de cosméticos para que Lenine fizesse um disco e shows em diversas capitais do país com ingresso a R$ 40.

Já Marcelo Lobato (de Marcelo D2 e Pitty) afirma que a bilheteria paga as despesas. “Faço a agenda de meus artistas e vendo os shows para contratantes locais. Ou esses contratantes pagam os cachês usando bilheteria ou se viram para arrumar patrocínio.”

A discussão torna-se ainda mais complexa quando a cultura confunde-se com o entretenimento –em tese, comercialmente viável. “Quem trabalha com entretenimento tende a entregar às pessoas o que elas querem, ou seja, pensa no freguês. Às vezes isso tem ligação com a cultura, às vezes não”,delimita Pena Schmidt, superintendente do Auditório Ibirapuera. “Mas essa linha é tênue”, diz, lembrando que, do rei que encomendava obras a um artista, passando pelo Estado e pelas gravadoras, a música sempre foi subsidiada.

Schmidt se pergunta se poderia ser diferente. E responde: “Com a estrutura de teatros que temos, não. Fala-se muito nos cinemas, mas os teatros também foram vendidos para igrejas. Por não haver incentivo para a construção de teatros, proliferou a indústria do montar e desmontar palcos. Nas casas pequenas, o que banca um show é a venda de bebidas.”

No Auditório Ibirapuera, a bilheteria responde por 10% do orçamento da casa. Parte é bancado pela TIM, sem leis, e parte vem do aluguel para eventos fechados. No Teatro Alfa, a conta é semelhante. A bilheteria responde por 20% do orçamento. Metade da arrecadação vem dos patrocínios e 30% do aluguel para eventos.

Segundo Elizabeth Machado, superintendente do Alfa, um espetáculo orçado em R$ 600 mil rende, na bilheteria, cerca de R$ 100 mil. Por que a conta não fecha? “Porque eu teria de cobrar R$ 400 reais. E aí a conta não fecharia porque o teatro não lotaria.” O produtor Emílio Kalil, que trará o grupo de Pina Baush para o Brasil, ainda não conseguiu patrocínio e, apesar dos ingressos esgotados, antevê o prejuízo. “A temporada custa R$ 1 milhão. São 58 pessoas, dois contêineres, dez dias de hotel, locomoção, estrutura técnica. É uma estrutura caríssima, que o público não vê, diz.

E antes das leis, como isso era pago? Em primeiro lugar, é preciso dizer que, pós-leis, cerca de 100 mil empresas prestadoras de serviço –de alimentação a luz– se oficializaram para entrar na engrenagem de notas fiscais e prestação de contas. “Se você quer filmar numa esquina, o dono da padaria te cobra. Há 30 anos não era assim”, exemplifica o cineasta Hector Babenco. Mas há outras respostas.

“Muitos produtores iam chorar no colo dos governos”, diz Kalil. “O governo brasileiro, historicamente, trabalhou com incentivos. Nos anos 1970, as gravadoras tinham desconto nos impostos se investissem em artistas nacionais”, diz Cesnik. Há quem vá mais longe. “Tínhamos uma população acostumada a ir ao teatro, ao cinema”, diz Ajzemberg. É essa uma das diferenças entre o Brasil e os países europeus. “A média da população brasileira não consome cultura.”

fonte: ANA PAULA SOUSA e THIAGO NEY - da Folha de S.Paulo - 19 de setembro de 2009

Identidade Visual da Brain

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A Brain Comunicação apresenta seu novo logotipo. Utilizamos a imagem da Coruja, como símbolo de sabedoria e conhecimento, o que buscamos para desempenhar com excelência nossos projetos.
Logotipo Brain

Pensamos com você, agimos por você.

Logomarca acerto.com

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Simples, claro, direto e objetivo. Como um acerto.

Ágil Comunicação

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A Ágil Comunicação é uma agência voltada ao atendimento de seus clientes com excelência, oferecendo como diferencial capacidade de observação, conhecimento do mercado e criatividade na condução da comunicação de sua empresa.

Procuramos inicialmente fazer o mais importante: um diagnóstico, onde são detectadas as reais necessidades de sua empresa para se posicionar estrategicamente no mercado.

A Ágil Comunicação quer construir relacionamentos sólidos e de confiança, por meio de uma comunicação contínua, criativa e eficaz com todos os públicos de sua empresa.

A ética nas relações sociais

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Assim como em nossa agência, o mapa conceitual que construímos possui conceitos-chave cujos significados vão além do que se vê, ou seja, ultrapassam a primeira impressão, aprofundando os sentidos. Partindo do ponto central de nossa visão profissional – a ética nas relações sociais – enxergamos mais a fundo as suas diversas ramificações, tanto na parte individual quanto no que diz respeito à esfera do conjunto social.

Foto livre de direitos autorais(http://pro.corbis.com/)

Em ambos os lados desse macroambiente, existem interesses específicos e particulares que devem ser considerados, mas que precisam ser regidos por princípios de conduta comuns, pautados pelo respeito aos valores morais. Nesse viés, a Soul Comunicação trabalha com propostas de ações pensadas de acordo com as diferenças e semelhanças entre o espaço individual e o coletivo. Para a construção de um relacionamento estável, a organização precisa estar em conformidade, primeiramente, com as expectativas do seu público interno, fazendo-o trabalhar em prol do benefício coletivo. Para tanto, é necessário firmar uma relação de confiança e benefícios mútuos, onde os colaboradores sintam-se valorizados e internalizem a missão, a visão e os valores institucionais.

No que tange às suas relações externas, nossa estratégia visa mostrar à sua empresa que a melhor maneira de otimizar seus relacionamentos é atuando de forma ética e responsável, criando alicerces duradouros para as diferentes relações com seus públicos de interesse. Para isso, é fundamental que o discurso da organização esteja de acordo com suas práticas, firmando-se a longo prazo. Simultaneamente, a cultura organizacional necessita ser orientada para que se consolide no mercado, sem esquecer-se de seus princípios éticos.

Enfim, os resultados precisam ser concretos e sustentáveis, baseados fundamentalmente na fidelização do cliente. Este, por conseqüência, tende a acreditar e valorizar a marca, identificando a relação com a organização como um investimento seguro e rentável.

Soul Comunicação - Além do que se vê

Somos assim…

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Associadas aos processos de mudança e libertação, a borboleta é o símbolo da transformação e da singularidade.

 A trajetória de nossa vida, assim como das organizações, pode ser comparada ao processo da borboleta. Nascemos com certas características, passamos por situações que nos propiciam aprendizado  e estamos sempre em busca de nos tornarmos melhores.

Aprender a conhecer as potencialidades, articular as idéias e tornar cada cliente único e especial é o compromisso da nossa agência. Assim, a START assessoria de comunicação desperta a sua organização para o mundo, dando asas a sua marca e visibilidade a sua personalidade única.

A cor azul representa a lealdade, a seriedade e a profundidade entre as relações estabelecidas pela nossa agência.