Arquivo da Categoria 'Job 02 - Ética'

2 Comentários
Campanha pela ética

Campanha pela ética

Ética é um tema fascinante, mas complexo. Fascinante porque em teoria é compreensível e inspirador e complexo porque se dá na prática por meio das pessoas. A Ética é, portanto, um produto das relações humanas. De forma pragmática, a ética se apresenta como o assunto cujo estudo tem tornado possível maximizar a eficácia das relações humanas nas organizações. Em seu sentido mais abrangente, a ética significa o conjunto de valores e da moral que conduzem um indivíduo a tomar decisões, no que se refere principalmente às suas relações com o mundo. Não se pode estudar a ética de forma isolada, mas com foco no ambiente e nas relações humanas ali existentes.

Na busca de facilitar o convívio em sociedade são criadas normas formais, que podem estar escritas ou normas morais, que são simbólicas e se manifestam por comportamentos fortalecidos nas teias sociais ao longo dos anos. O objetivo das normas é o de se tentar prever, racionalizar e evitar que conflitos éticos ocorram.

A questão ética nas organizações passa pela compreensão da sua cultura organização. Quais os valores e crenças desta organização e como suas questões do cotidiano são resolvidas?

Edgar Schein (1982) define cultura organizacional como sendo um padrão de suposições básicas inventadas, descobertas ou desenvolvidas pelos membros de uma empresa para lidar com problemas de adaptação externa e integração interna.  Estes padrões funcionam com eficácia suficiente para serem considerados válidos e, em seguida, ensinadoss aos novos membros como a maneira correta de perceber, pensar e sentir esses problemas.

Observa-se que a prática da ética nas organizações, por caminhos formais ou informais, instala-se por referências ideais de comportamentos e procedimentos que servem de guia, modelo e exemplo de ações ou atitudes tidas como aceitas ou recomendadas.

A formalização de um Código de Ética enfrenta um difícil caminho de construção, implementação e manutenção nas organizações.

Na construção, o desafio está em tornar perceptível o que, de fato, se constitui como valor a serviço da visão e da missão da Empresa. A fronteira entre o código de ética de uma empresa e o ideal de comportamento humano pode levar à construção de um produto incompatível com a gestão corporativa. Assim, o produto (código de ética) pode surgir fadado a ser um mero instrumento ilustrativo ou, no máximo, uma ferramenta a serviço da divulgação de imagem da corporação.

Na implementação, o risco consiste em ter um código de ética elaborado, bem redigido, inserido em manuais, mas que não seja do conhecimento das pessoas ou ainda, não seja aceito como padrão efetivo de diretrizes da ação profissional. A implementação de um Código de Ética pressupõe a elaboração de um projeto específico, com ações de treinamento e endomarketing para divulgação e fixação de seu conteúdo como valor para a organização.

Na manutenção de um código de ética é necessário que se tenham os guardiões que, em geral, compõem o Conselho de Ética e têm por objetivo: analisar os casos discrepantes ou não descritos e auxiliar na identificação das necessidades de revisão dos itens existentes, sugerindo acréscimos ou mudanças.

Mesmo quando uma organização não tem um código de ética formal, sempre existe um conjunto de princípios e normas que sustentam as suas práticas.

A maneira como a organização opera, a partir da experiência em diferentes situações, reflete a crença de cada instituição. Essa crença é detalhada no Modelo de Gestão (Fornari, 2004) que tem como ponto de partida a visão e a missão da organização.

Na manutenção, o risco é não manter este código atual e aderente à cultura organizacional da empresa.

Os Valores são afirmações sobre as crenças fundamentais, princípios que podem ser compartilhados, aprendidos e formam a base a partir da qual as ações e decisões organizacionais serão tomadas. O conjunto de valores orienta a definição de políticas e diretrizes, que se consolidam nos hábitos e costumes. Os valores servem de guia para definição de prioridades e de como todos devem se conduzir na busca dos objetivos da organização. Embora tenham caráter permanente, os valores devem ser periodicamente revisitados, para evoluir com a sociedade e com as necessidades da empresa, formando um conjunto vivo de crenças.

Em torno dos valores, as pessoas, constroem modelos de referência para atuar de forma independente e delegada, respeitando seus interesses, crenças e as variações culturais.

Além da declaração de valores, outros artefatos culturais contribuem para disseminar os princípios éticos de uma organização (exemplo dos líderes; código de ética e o conselho de ética).

A ética numa organização, seja ela empresarial ou governamental, deve ser pautada pelos mesmos princípios. Qualquer ação ou decisão, coletiva ou pessoal, não pode prescindir de um comportamento ético, já que os códigos de conduta devem ser uma ferramenta de gestão para estabelecer e articular os valores corporativos, as responsabilidades sociais, e as obrigações da organização que, em última análise, vão definir a forma como atua para atingir os fins coletivos a que se propõe.

Nós, da Trato Assessoria, acreditamos que para haver uma mudança na filosofia da empresa, precisamos começar com um movimento de conversão,do micro para o macro, do indívidual para o coletivo.Um movimento que possa penetrar todos os níveis da cultura. Concordamos também, que de nada adianta redigir um código de ética e fazer com que as pessoas o cumpram. É necessário uma transformação profunda, uma retomada da consciência ética, de valores morais que permeiem o coletivo, não o eu individual.

Por isso, lançamos a Campanha pela Prática das Atitudes Éticas. Uma pequena ação em vista do grande debate que o é, mas a Trato sabe que um longo caminho começa sempre pelo primeiro passo.

Dê um primeiro passo você também!Pense, aja, construa, todos os dias, éticamente.

Mercado Cultural não se sustenta sozinho

2 Comentários
Fonte: Folha de São Paulo

Se, numa canetada, acabassem os incentivos fiscais destinados à cultura, os palcos brasileiros esvaziariam. Mesmo aqueles ocupados por artistas que, na discussões sobre a nova Lei Rouanet, têm sido definidos como “consagrados”. As bilheterias sozinhas, salvo exceções, não pagam peças, shows e filmes feitos no país. O mercado da cultura brasileiro não é autossustentável.

“O artista famoso precisa de lei”, crava Sergio Ajzemberg, que trabalha com marketing cultural. “Existe um circuito fechado de artistas que vivem de Lei Rouanet”, diz Juca Muller, produtor de shows nacionais (Detonautas) e internacionais (Earth Wind & Fire). “As empresas querem associar suas marcas aos grandes nomes, não a desconhecidos.” As leis, além de tornarem mais visível quem já tem nome, inflaram os custos e agigantaram o mercado cultural. Mas teria o público acompanhado esse ritmo? Os números indicam que não.

O dinheiro de imposto que as empresas destinam à cultura beneficiou certos artistas, mas não chegou à população. É esse descompasso entre produção e acesso que tem feito com que sejam contestados projetos bancados com lei e, ainda assim, caros. “Os automóveis têm redutor de IPI e as pessoas entendem o porquê. No caso da cultura, isso não é totalmente aceito”, diz o advogado Fábio de Sá Cesnik. “Todo mundo diz que o teatro é caro. É? Alguém sabe quanto eu gasto para produzir uma peça?”, pergunta Antonio Fagundes.

E quanto custa a turnê de um músico? A bilheteria é capaz de bancar todos os custos?

Depende. Leninha Brandão (que trabalha com Vanessa da Mata e Lenine) diz que precisou captar R$ 660 mil de uma empresa de cosméticos para que Lenine fizesse um disco e shows em diversas capitais do país com ingresso a R$ 40.

Já Marcelo Lobato (de Marcelo D2 e Pitty) afirma que a bilheteria paga as despesas. “Faço a agenda de meus artistas e vendo os shows para contratantes locais. Ou esses contratantes pagam os cachês usando bilheteria ou se viram para arrumar patrocínio.”

A discussão torna-se ainda mais complexa quando a cultura confunde-se com o entretenimento –em tese, comercialmente viável. “Quem trabalha com entretenimento tende a entregar às pessoas o que elas querem, ou seja, pensa no freguês. Às vezes isso tem ligação com a cultura, às vezes não”,delimita Pena Schmidt, superintendente do Auditório Ibirapuera. “Mas essa linha é tênue”, diz, lembrando que, do rei que encomendava obras a um artista, passando pelo Estado e pelas gravadoras, a música sempre foi subsidiada.

Schmidt se pergunta se poderia ser diferente. E responde: “Com a estrutura de teatros que temos, não. Fala-se muito nos cinemas, mas os teatros também foram vendidos para igrejas. Por não haver incentivo para a construção de teatros, proliferou a indústria do montar e desmontar palcos. Nas casas pequenas, o que banca um show é a venda de bebidas.”

No Auditório Ibirapuera, a bilheteria responde por 10% do orçamento da casa. Parte é bancado pela TIM, sem leis, e parte vem do aluguel para eventos fechados. No Teatro Alfa, a conta é semelhante. A bilheteria responde por 20% do orçamento. Metade da arrecadação vem dos patrocínios e 30% do aluguel para eventos.

Segundo Elizabeth Machado, superintendente do Alfa, um espetáculo orçado em R$ 600 mil rende, na bilheteria, cerca de R$ 100 mil. Por que a conta não fecha? “Porque eu teria de cobrar R$ 400 reais. E aí a conta não fecharia porque o teatro não lotaria.” O produtor Emílio Kalil, que trará o grupo de Pina Baush para o Brasil, ainda não conseguiu patrocínio e, apesar dos ingressos esgotados, antevê o prejuízo. “A temporada custa R$ 1 milhão. São 58 pessoas, dois contêineres, dez dias de hotel, locomoção, estrutura técnica. É uma estrutura caríssima, que o público não vê, diz.

E antes das leis, como isso era pago? Em primeiro lugar, é preciso dizer que, pós-leis, cerca de 100 mil empresas prestadoras de serviço –de alimentação a luz– se oficializaram para entrar na engrenagem de notas fiscais e prestação de contas. “Se você quer filmar numa esquina, o dono da padaria te cobra. Há 30 anos não era assim”, exemplifica o cineasta Hector Babenco. Mas há outras respostas.

“Muitos produtores iam chorar no colo dos governos”, diz Kalil. “O governo brasileiro, historicamente, trabalhou com incentivos. Nos anos 1970, as gravadoras tinham desconto nos impostos se investissem em artistas nacionais”, diz Cesnik. Há quem vá mais longe. “Tínhamos uma população acostumada a ir ao teatro, ao cinema”, diz Ajzemberg. É essa uma das diferenças entre o Brasil e os países europeus. “A média da população brasileira não consome cultura.”

fonte: ANA PAULA SOUSA e THIAGO NEY - da Folha de S.Paulo - 19 de setembro de 2009

Ética para a Brain

Comentar

Ética para a Brain é um conceito muito simples: é sair da teoria e agir. Agir com transparência, com respeito em relação à natureza e a sociedade.

Somente realizando trabalhos com ética é que vamos atingir a excelência e o sucesso.

Clique abaixo para assistir o vídeo exposto em aula.

http://www.youtube.com/watch?v=TR57M4al6bA

Equipe Brain

acerto.com - ética em blogs coletivos

6 Comentários

PRISMA | Manifesto institucional sobre ética nas relações

1 Comentário

Para ilustrar a estruturação de sua arquitetura de marca, a Prisma resolveu criar um manifesto sobre como a agência concebe suas relações institucionais, sempre primando pela ética. E, para mostrar de que forma esperamos que se sintam as pessoas que participam das nossas relações, nada melhor do que MANIFESTAR através dos nossos valores:

A Prisma criou um modelo de ética em formato de tripé, que busca fluir de modo a trazer sempre a preocupação com o clima ético organizacional a frente dos fluxos de trabalho, a partir de três elementos chave: a relação entre organização e ambiente, o respeito ao público de interesse e a articulação entre ética individual e coletiva.

Entendemos que este modelo está diretamente conectado a três tendências mercadológicas que orientam as relações entre todos os públicos envolvidos no tripé:

A pré disposição do consumidor a gastar está cada vez mais

ligada à imagem da empresa em relação a ações que não

prejudiquem o ambiente.

Manter os índices de respeito num cenário econômico mais

difícil, com o tripé ATENDIMENTO, QUALIDADE e PREÇO,

será o grande desafio de 2010.

As empresas que mais preservam o clima ético em fatores

determinantes como LIDERANÇA, POLÍTICAS E PRÁTICAS,

ESTRATÉGIA/GESTÃO E CIDADANIA EMPRESARIAL tendem

a ser as melhores para se trabalhar.

agencia-prisma@blogspot.com

Prisma. Iluminando novas direções.

Nossa ética, nossa forma de trabalhar…

1 Comentário

Cada cliente Start é único e requer uma solução diferenciada. Para que isso ocorra de forma plena e satisfatória, nossa agência dialoga com seus clientes de forma objetiva e transparente, primando sempre por uma parceria real e fiel.

Na construção permanente de uma postura íntegra, a Start defende e difunde valores éticos divididos em três áreas: ética institucional, ética na gestão de imagem e ética nas relações externas. Tais normas serão explicitadas na seqüência.

ÉTICA INSTITUCIONAL

Antes de buscar a realização dos clientes, é preciso buscar  a satisfação em desenvolver esse trabalho, mostrando que acima de tudo trabalhamos com paixão. Assim sendo, princípios como credibilidade, flexibilidade e excelência devem fazer parte do dia a dia dos integrantes da nossa agencia.

ÉTICA NA GESTÃO DE IMAGEM

Oferecer as melhores soluções para despertar a imagem do cliente no mercado é o comprometimento da Start Assessoria de comunicação. Para que esse processo se desenvolva com sucesso, a comunicação deve não apenas ser planejada, personalizada e objetiva, mas também dotada de princípios éticos. O segredo da  start está na preocupação em  desenvolver ações reais e sustentáveis, com foco em resultados otimizados e transparentes.

ÉTICA NAS RELAÇÕES EXTERNAS

As relações externas - clientes, fornecedores, comunidade - são imprescindíveis na rotina de assessoria de comunicação. Todavia, devemos ter o cuidado de não nos deixar influenciar por relações aquém do trabalho desenvolvido pela Start - relações pessoais devem ficar alheias à produção enquanto agencia.

Outra preocupação da Start é manter o bom relacionamento com os diferentes públicos, através do desenvolvimento de um trabalho rico, verdadeiro e sustentável. O cuidado em não transcender limites éticos, como ignorar culturas locais ou questões ambientais, é um principio norteador da agência, que busca a visão global de suas ações, bem como dos seus clientes.

:: Como campanha para valorizar a ética produzimos uma peça que será enviada ao nosso mailing de clientes::

O que é ética?

Comentar

A ética nas relações sociais

1 Comentário

Assim como em nossa agência, o mapa conceitual que construímos possui conceitos-chave cujos significados vão além do que se vê, ou seja, ultrapassam a primeira impressão, aprofundando os sentidos. Partindo do ponto central de nossa visão profissional – a ética nas relações sociais – enxergamos mais a fundo as suas diversas ramificações, tanto na parte individual quanto no que diz respeito à esfera do conjunto social.

Foto livre de direitos autorais(http://pro.corbis.com/)

Em ambos os lados desse macroambiente, existem interesses específicos e particulares que devem ser considerados, mas que precisam ser regidos por princípios de conduta comuns, pautados pelo respeito aos valores morais. Nesse viés, a Soul Comunicação trabalha com propostas de ações pensadas de acordo com as diferenças e semelhanças entre o espaço individual e o coletivo. Para a construção de um relacionamento estável, a organização precisa estar em conformidade, primeiramente, com as expectativas do seu público interno, fazendo-o trabalhar em prol do benefício coletivo. Para tanto, é necessário firmar uma relação de confiança e benefícios mútuos, onde os colaboradores sintam-se valorizados e internalizem a missão, a visão e os valores institucionais.

No que tange às suas relações externas, nossa estratégia visa mostrar à sua empresa que a melhor maneira de otimizar seus relacionamentos é atuando de forma ética e responsável, criando alicerces duradouros para as diferentes relações com seus públicos de interesse. Para isso, é fundamental que o discurso da organização esteja de acordo com suas práticas, firmando-se a longo prazo. Simultaneamente, a cultura organizacional necessita ser orientada para que se consolide no mercado, sem esquecer-se de seus princípios éticos.

Enfim, os resultados precisam ser concretos e sustentáveis, baseados fundamentalmente na fidelização do cliente. Este, por conseqüência, tende a acreditar e valorizar a marca, identificando a relação com a organização como um investimento seguro e rentável.

Soul Comunicação - Além do que se vê

A Soul mostra o caminho certo

Comentar

O Desafio da Comunicação nas Empresas

Comunicação. Palavra da moda atualmente. Todos agora querem ter, pois foi descoberto que cliente também se conquista com funcionário satisfeito, bem-informado, engajado e, sobretudo orgulhoso de pertencer à empresa. Isto significa fortalecer positivamente a imagem da empresa para este público. Ser percebida pela opinião pública como uma empresa ética, responsável socialmente, que valoriza a diversidade, e também reconhece seus funcionários, considerados seu maior patrimônio.

A empresa necessita construir uma identidade corporativa sólida, real. O que ela diz por meio da sua comunicação, o que realmente faz e finalmente, como é percebida pelos seus públicos. Fazer Comunicação exige conhecimento, planejamento, execução e finalmente, mensuração de resultados, caso contrário não se alcança o objetivo proposto. É muito mais complexa do que aparenta, pois é necessário conhecer profundamente o elemento humano, e conseqüentemente qual a melhor forma de atingi-lo. Reflexão, estudo de casos, velocidade, trabalho em grupo, assertividade, crítica, entre outros pontos são fundamentais, pois em Comunicação o tiro tem que ser certeiro: dificilmente haverá uma segunda chance.

O profissional de Comunicação tem o papel: o de estrategista, alguém com visão ampla do negócio, do ambiente e dos cenários. Mas este conceito deve primeiramente ser assimilado pelo corpo diretivo e os profissionais envolvidos na sua implementação e execução. Cabe a eles a percepção deste conceito de comunicação estratégica, de praticar o empowerment. O risco caso não seja internalizado e praticado este modelo é o de ruir por terra os programas, campanhas e ações desenvolvidos, numa atuação parcial e paliativa. Isso resulta em perda de credibilidade, elemento de sustentação da imagem empresarial, abalando a geração de vantagem competitiva.

A saída é investir numa comunicação integrada, na qual atuem conjuntamente a comunicação institucional, mercadológica e interna, de forma sinérgica, global. Desta forma é possível obter maior coerência entre os programas, ações, a linguagem utilizada, os objetivos específicos, contudo sem deixar de estar alinhada ao foco central, ao objetivo comum. A “aldeia global” preconizada por McLuhan é uma realidade, pois a comunicação é uma nova forma de riqueza, portanto é necessário saber como fazer bom uso dela, no lugar certo, na hora certa, pela pessoa certa.

Texto elaborado por Carolina Martins,  Relações Públicas, e publicado no site da ABERJE - Associação Brasileira de Comunicação Empresarial.

Veja através do link: http://www.aberje.com.br/novo/acoes_artigos_mais.asp?id=358