Arquivo da Categoria 'Job 03 - Atitude frente ao Mercado'

13ª Parada Livre de Porto Alegre

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A Agência Fala busca o crescimento das empresas com diversos públicos-alvos. Atualmente, uma grande fatia de consumidores vem crescendo por sua visibilidade, alto poder de aquisição econômica e amenização de um grande câncer social: o preconceito.

O público GLS tem ganhado cada vez mais espaço e respeito da sociedade, quer seja no Brasil ou no exterior. Tamanha exposição, não passa despercebida dos profissionais de marketing, pois há uma necessidade de conquistar esse público que é ávido por consumir serviços e produtos voltados para seu segmento. Os Profissionais sabem da necessidade que suas marcas têm de estarem na cabeça dos clientes ou futuros consumidores. De olho nessas empresas, denominadas Gay-Friendly, a Fala desperta-se para essa realidade e, esquecendo as barreiras impostas pela discriminação, faz um trabalho de planejamento de marketing voltado para o mercado GLBT (Gays, Lésbicas, Bissexuais, Travestis e Transexuais).

Neste domingo, 25 de outubro, acontece a 13ª Parada Livre, no Parque da Redenção. A Equipe Voluntária Brasil estará presente e fará sua parte. Veja o link abaixo:
http://www.equipevoluntaria.org.br/portal/index.php/parada-gay-porto-alegre/

Aproveite e conheça o trabalho da Equipe Voluntária Brasil e suas ações em seu portal:
http://www.equipevoluntaria.org.br/portal/

É a Fala comunicando-se em prol do orgulho de viver sem preconceitos.

Fala.
Comunicação direto ao ponto.

As agências devem ser reconhecidas pelo que sabem. Não pelo que fazem.

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A Advertising Age publicou, recentemente, um texto bem interessante do Phil Johnson, CEO da PJA Advertising & Marketing, sobre o real papel das agências.

Segundo ele, muitas agências, ao invés de compreender como as pessoas se comunicam e desenvolver para desenvolver estratégias poderosas para as marcas, ficam presas em criar coisas – seja um anúncio, um website ou poucos caracteres no Twitter. Quando isso ocorre, conta, os clientes acabam recebendo campanhas inspiradas em publicidade já feita. Podem ser criações esteticamente agradáveis, com uma sacada interessante, mas que não são capazes de resolver os problemas reais dos clientes. Além disso, o foco no output, ao invés de no input, leva a distinções artificiais em relação à publicidade tradicional, digital e pontos intermediários. Segundo Johnson, esse tipo de pensamento comoditiza a agência, acabando com qualquer possibilidade de diferencial. O ideal, diz ele, é a agência ser reconhecida pelo que sabe, e não pelo que faz – oposto do que a maioria tem feito até agora.

É uma visão interessante. Ele se diz convicto de que as agências deveriam se tornar uma comunidade de pessoas intelectualmente curiosas. E, quanto mais diversidade social e intelectual houver, melhor. Ele conta que o verdadeiro papel das agências é sua habilidade de abrir portas para o mundo com o qual o cliente deseja se envolver. As agências que entregam tal promessa, afirma, serão sempre relevantes. Inclusive, a remuneração das agências em função das idéias, e não do que é executado, foi um dos grandes pontos de discussão do MaxiMídia 2009, mas isso é assunto para um segundo momento.

Ele finaliza o texto com 5 dicas para seguir essa linha de pensamento – bem interessantes, por sinal.

1 – Somos todos CIOs. Virtualmente, toda atividade da agência – de operações internas de gestão das contas até a entrega das campanhas – é construída em plataformas tecnológicas. Não são mais ferramentas que apóiam o negócio. Essa tecnologia é o negócio. Além disso, os canais de comunicação que você cria para si mesmo, ou para sua agência, podem também se tornar os mesmos canais que você usa para a campanha do cliente. Todos na agência precisam entender e aplicar o valor estratégico da tecnologia para se engajar com o cliente.

2 – Existe vida além do Twitter. Devemos estender nosso campo de visão para além da publicidade, para incluir todo o campo da comunicação. O colapso dos jornais pode ser um momento de definição para essa geração e terá grande impacto no setor de publicidade. Grandes inovações na comunicação estão acontecendo em campanhas políticas e iniciativas públicas de saúde. Há muito o que aprender.

3 – Devemos ser estudantes da colaboração. A publicidade sempre foi um empreendimento colaborativo, mas ainda há uma definição muito estreita de como e onde a colaboração acontece. Eu quero olhar para fora do nosso setor e aprender com outros campos – seja design de produto ou a entrega de serviços consultivos complexos – que desenvolveram novos modelos para a construção de equipes e colaboração.

4 – Nem toda cultura é popular. Para ser entendido por públicos mais amplos, os profissionais do marketing de massa fazem comunicação para o denominador comum mais baixo em termos de cultura popular e intelecto. Algo como escrever um texto para um estudante da oitava série visando toda uma população ainda é bem comum. As mídias sociais permitem conversas mais amplas com menores grupos de pessoas ao longo de um complexo cultural mais amplo. Para sermos eficazes, precisamos comandar mais profundamente as tendências sociais, políticas e artísticas. A publicidade de amanhã será forçada a fala em diferentes vozes e níveis intelectuais.

5 - A ciência invade o departamento de criação. As ciências sociais sempre tiveram um papel importante da publicidade, mas os avanços no estudo do cérebro vem criando disciplinas como o neuromarketing, que estão trazendo uma nova visão para o processo criativo. Quem se importa com o que o Diretor de Criação acha legal? O que importa é como os neurônios estão atuando no mercado alvo. No campo da psicologia, a ciência da felicidade está desencadeando um novo conhecimento sobre como as pessoas decidem o que as satisfará no futuro. Alguém na nossa equipe deve estar prestando atenção nisso.

FONTE: http://www.chmkt.com.br/2009/10/as-agencias-devem-ser-reconhecidas-pelo.html

Nossos serviços

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A FALA é uma agência de comunicação especializada em assessoria de imagem organizacional. Auxiliamos a sua empresa a construir uma imagem positiva perante os seus públicos, a partir de suas qualidades verdadeiras, agindo de forma proativa e ética. Para isso, utilizamos diversas estratégias de comunicação, sempre com criatividade e objetividade.

Veja os nossos serviços:

  • Diagnóstico e planejamento estratégico
  • Assessoria de imprensa
  • Criação de identidade visual
  • Comunicação interativa
  • Assessoria de eventos

Para maiores informações, entre em contato conosco através do e-mail agenciafala.com@gmail.com.

Portfolio de serviços | AGÊNCIA PRISMA

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Sucessos em decisões mercadológicas são guiados pelo cenário atuante. A análise das tendências mercadológicas, do comportamento do consumidor e o estudo dos cenários de mercado são premissas para o desenvolvimento de nossos projetos.

Conheça o nosso portfolio de serviços:

 

Entendemos o nosso cliente e direcionamos as estratégias para cada job a partir deste modelo de DIAGNÓSTICO GERAL:

 

Quais são os pontos fortes e fracos da empresa/marca?

 

Quais são as ameaças e oportunidades?

 

Qual a necessidade que a comunicação precisa resolver?

 

O que precisamos dizer aos públicos de interesse?

 

Quais são as motivações dos stakeholders da empresa/marca?

 

Quais são as tendências apresentadas pelo mercado em que a empresa/marca está ou poderá ser inserida?

 

Que resultados devemos atingir?

 

 

Prisma. Iluminando novas direções.

acerto.com - pense como um designer

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1 – Aceite as limitações:

Limitações e restrições são algo maravilhoso e nos levam a soluções mais criativas e engenhosas, que sem limites nunca seriam criadas ou descobertas. A questão é: como resolver um determinado problema com os recursos e tempo que você tem?

2 – Pratique a restrição:

Qualquer pessoa pode complicar e adicionar algo mais. Porém, é necessário ter muita disciplina mental e força de vontade para fazer as escolhas mais difíceis sobre o que incluir e o que excluir. O genial está, geralmente,no que você omite ou deixa de fora.

3 – Tenha um pensamento de iniciante:

Como diz o velho ditado, na mente de um especialista há poucas possibilidades, mas, na mente de um iniciante, o mundo está escancarado. Os designers entendem a necessidade de correr riscos, especialmente durante o início da exploração do problema. Eles não tem medo de quebrar as convenções. Bons designers tem a mente aberta e confortável com a ambigüidade no início do processo. É assim que as descobertas são feitas.

4 – Deixe seu ego de lado logo na entrada:

O que importa não é você, mas eles (seu público, pacientes, alunos, etc.). Olhe o problema do ponto de vista deles – se coloque no lugar deles. Não é uma coisa fácil. Exige uma quantidade enorme de empatia. Portanto, entre em contato com seu lado empático – uma habilidade pouco valorizada, mas que pode ser um diferencial enorme e a chave para entender o problema verdadeiramente.

5 – Foque na experiência do design:

O que importa não é a coisa em si, mas a experiência dessa coisa. Tem muito a ver com a dica anterior – se coloque no lugar deles. Como as pessoas interagem com a sua solução? Lembre-se que a maior parte do design tem um componente emocional. Muitas vezes esse é o componente mais forte – apesar dos usuários não saberem disso. Nunca seja negligente com o aspecto emocional das suas soluções.

6 – Torne-se um grande contador de estórias:

Geralmente, não é só o design – ou a solução para o problema - que é importante, mas sim a estória ao seu redor. Qual o significado da solução? Pratique ilustrando o significado das suas soluções, tanto verbalmente como visualmente. Comece com o geral e vá se aproximando dos detalhes, retorne para nos lembrar do tema ou conceito central, e então volte de novo para iluminar melhores os detalhes.

7 – Pense em comunicação, não em decoração:

O Design – até mesmo gráfico – não é beleza. Design não é estética, apesar deste ser um elemento importante. Mais do que qualquer coisa, o design é resolver problemas ou tornar a situação um pouco melhor do que antes. Design não é arte, apesar de haver arte no design.

8 – Tenha obsessão por ideias, não por ferramentas:

Ferramentas são importantes e necessárias, mas elas vão e vem com novas ferramentas que vão surgindo. Seja obcecado, portanto, por ideias. Apesar da maioria das ferramentas serem efêmeras, algumas das melhores ferramentas são um lápis e um pedaço de papel. Essas são, provavelmente, as mais úteis – especialmente no estágio do pensamento – pois são as mais diretas. Um bom conselho é ser análogo no início, com as ferramentas mais simples possíveis.

9 - Clarifique a sua intenção:

Design tem a ver com escolhas e intenções, não é nada acidental. o Design é um processo. O usuário final provavelmente não perceberá o design de alguma coisa. Acaba parecendo que é algo que simplesmente funciona, supondo que eles pensam sobre tudo isso, mas a facilidade de uso (ou de entendimento) não é acidental. É o resultado de escolhas e decisões cuidadosas.

10 - Aprimore sua visão e curiosidade e aprenda com as lições ao seu redor:

Bons designers são habilidosos em notar e observar. Eles são capazes de ver tanto a imagem mais ampla como os detalhes do mundo ao seu redor. Os humanos sempre buscam padrões naturais. Esteja atento ao que você e os outros buscam. O design é um modelo mental. Você é criativo, prático, racional, analítico e passional. Alimente essas aptidões.

11 – Aprenda todas as regras e saiba quando e porque quebrá-las:

Ao longo dos séculos, aqueles que vieram antes de nós estabeleceram diretrizes úteis e necessárias – geralmente chamadas de regras ou leis, e é importante conhecê-las. No entanto, algumas podem e devem ser quebradas de vez em quando, mas é preciso saber o porquê.

FONTE: http://www.chmkt.com.br/2009/10/pense-como-um-designer.htm

Criação de Diagnóstico

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Diagnóstico Organizacional é um processo complexo de coleta de informações referentes a uma determinada instituição, a fim de aprofundar questões relevantes à diversas áreas. A Brain Comunicação desenvolveu um diagnóstico básico para ser aplicado nas empresas clientes, assim, podemos nos aprofundar nas questões organizacionais e, a partir disso, desenvolver ações pertinentes e adequadas a cada empresa.

O modelo a seguir é básico e pode ser adaptado as diferentes realidades de cada cliente. A parte de levantamento de dados é dividida em quatro partes, sendo que a número 3 é referente a questões mercadológicas, especialidade da Brain.

Diagnóstico - Análise interna da empresa/cliente

1. Dados de identificação

Nome da empresa/Razão social

Data de fundação

Localização

Faturamento

Tipo de instituição

Tipos de produtos, serviços, atividades

Missão/visão/filosofia da empresa

Políticas

Sistemas de planejamentos

Estratégias

Objetivos/Metas

Planos/Projetos

Programas

2. Estrutura organizacional

Estrutura interna atual

Organograma

Qualificação profissional

Número de funcionários, assessores, diretores etc.

Fatores positivos e negativos

3. Marketing

Produtos e serviços: tipos, linha de produtos, características, qualidade, preços, promoção, publicidade, ponto de vendas.

Embalagem, logotipo, “design”, aspecto

Vendas: características, sazonalidade

Análise swot

4. Comunicação

Identidade e imagem corporativa

Procedimentos e ações realizados pela agência

Diagnóstico estratégico do cliente

Objetivos do cliente

Público alvo

Pesquisas de mercado

Planejamento de ações a serem desenvolvidas

5.1 Execução

5.2 Monitoramento

5.3 Avaliação

Conheça nossos serviços

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 A Soul Comunicação apresenta o seu pacote de serviços, garantindo qualidade, eficácia, agilidade e competência nas suas ações.

Assessoria Institucional – Marketing de Relacionamento

- Realização de pesquisa institucional para definir as potencialidades e deficiências da organização quanto às suas relações internas e externas;

- Realização de auditoria de imagem, para saber qual é a percepção atual e a opinião dos públicos de interesse sobre a organização;

- Apresentação de diagnóstico e prognóstico da situação organizacional quanto aos seus relacionamentos, a fim de propor o melhor caminho estratégico para atingirmos os seus públicos de interesse, dentre eles: clientes atuais, novos clientes, acionistas, fornecedores, órgãos reguladores, imprensa e governo;

- Formulação de plano de ações de marketing de relacionamento, para a otimização das relações e o desenvolvimento do negócio;

- Avaliação das ações realizadas e apresentação dos resultados concretos e sustentáveis.

Assessoria Promocional – Marketing Experiencial

- Realização de pesquisa de mercado para identificar a opinião pública a respeito dos produtos e serviços oferecidos pela organização, bem como avaliar a situação do seu segmento de mercado, do macroambiente e diagnosticar a forma como seus concorrentes se posicionam;

- Criação, planejamento e execução de campanhas promocionais, ações em pontos-de-venda, eventos de experienciação da marca e dos produtos oferecidos pela empresa;

- Execução de ações e acompanhamento dos resultados pontuais.

Assessoria de Imprensa

- Recuperação de histórico do relacionamento da empresa junto à imprensa através de diagnóstico;

- Realização de auditoria de imagem para identificar a opinião veiculada pela mídia a respeito da organização e de seus produtos e serviços;

- Identificação dos diferenciais e das potencialidades da empresa com a finalidade de elaborar um planejamento de ações para a geração de notícias favoráveis e de mídia espontânea para a mesma;

- Elaboração de plano de assessoria de imprensa, contendo ações de divulgação, de otimização da imagem organizacional, de relacionamento com os veículos de comunicação, de lançamento e de promoção dos produtos e serviços, entre outras ações a serem sugeridas;

- Execução de ações e acompanhamento dos resultados pontuais.

Assessoria de Eventos

- Análise das ações em eventos já realizadas pela empresa e elaboração de diagnóstico da mesma quanto à sua situação como organização no mercado;

- Desenvolvimento de ações de comunicação dirigida em diferentes tipos de eventos, buscando elaborar plano de otimização de resultados com cada público de interesse de forma diferenciada;

- Realização de eventos direcionados a cada público, podendo ser eventos de promoção comercial, de relacionamento interno ou externo, de divulgação institucional, de lançamento de campanha, de engajamento social, comemorativos, entre outros;

- Avaliação das ações e apresentação dos resultados pontuais.