Arquivo de setembro, 2009

O segredo é entender e interagir com o imaginário

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“Saberes arcaicos, fazeres contemporâneos” é o tema do I Colóquio Comunicação e Imaginário a se realizar nos dias 22 e 23 de outubro próximos no Auditório da FABICO/UFRGS. Ele tem por objetivo pensar, a partir de diferentes lugares, o papel do imaginário nos fenômenos comunicacionais contemporâneos. A Coordenação do evento é da profa. Dra. Ana Taís Martins Portanova Barros.

Trabalhar de modo especial e não de forma restritiva, avaliando a noção de imaginário desenvolvida por Gilbert Durand, ou seja, conjunto de imagens não gratuítas e de relações entre imagens que constituem o capital inconsciente e pensado do ser humano, deve ser objeto de grande consideração por parte das agências.

“Não existe pior depravação que a omissão”.

55º Feira do Livro 30 de Outubro a 15 de novembro

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Campanha Gráfica da 54º Feira do Livro

A Feira do Livro de Porto Alegre é uma das mais antigas do País. Sua primeira edição ocorreu em 1955 e seu idealizador foi o jornalista Say Marques, diretor-secretário do Diário de Notícias. Inspirado por uma feira que visitara na Cinelândia no Rio de Janeiro, Marques convenceu livreiros e editores da cidade a participarem do evento.

O objetivo era popularizar o livro, movimentando o mercado e oferecendo descontos atrativos. Na época, as livrarias eram consideradas elitistas. Por esse motivo, o lema dos fundadores da primeira Feira do Livro foi: Se o povo não vem à livraria, vamos levar a livraria ao povo.

A Praça da Alfândega era um local muito movimentado na Porto Alegre dos anos 50 e de 400 mil habitantes. E, no dia 16 de novembro de 1955, era inaugurada a 1ª Feira do Livro, com 14 barracas de madeira instaladas em torno do monumento ao General Osório.

Na segunda edição do evento, iniciaram as sessões de autógrafos. Na terceira, passaram a ser vendidas coleções pelo sistema de crediário. Nos anos 70, a Feira assumiu o status de evento popular, com o início da programação cultural. A partir de 1980, foi admitida a venda de livros usados. E, na década de 90, conquistou grandes patrocinadores, estimulados pelas leis nacional e estadual de incentivo à cultura.

A infra-estrutura foi ampliada e modernizada, os eventos culturais se consolidaram e a Feira passou a receber grandes nomes do mercado editorial brasileiro e internacional

Patronos em 42 edições
A Feira do Livro de Porto Alegre adotou a tradição de eleger um patrono na 11ª edição, escolhendo o jornalista, político e escritor Alcides Maya. Os patronos eram eleitos entre escritores e livreiros significativos para o mercado editorial gaúcho e já falecidos. Entre os anos de 1965 e 1983, foram homenageados 13 escritores gaúchos, um jornalista, três livreiros e dois escritores estrangeiros.

Em 1984, a 30ª edição inicia uma nova fase. O patrono Maurício Rosenblatt, um dos fundadores e grande incentivador da Feira, é o primeiro homenageado em vida. A partir desse ano, os patronos passaram a ser escritores gaúchos ou radicados no Estado em atividade.

Na 40ª edição, a Câmara do Livro fez uma homenagem a outros fundadores do evento. Foram escolhidos como patronos Nelson Boeck, Edgardo Xavier, Mário de Almeida e Sétimo Luizelli

Patrono 55º Feira do Livro

Carlos Urbim

O jornalista e escritor gaúcho Carlos Urbim será o patrono da Feira do Livro 2009. O anúncio do nome foi feito por Charles Kiefer, atual patrono do evento, que passará o cargo a Urbim a partir de 30 de outubro, quando se inicia a edição 2009 da Feira do Livro de Porto Alegre. Urbim agradeceu a indicação e comemorou a escolha, pois esta foi sua oitava participação como patronável. “Não aguentava mais ficar na fila”, confessou, entre risos da platéia, formada por jornalistas e integrantes da diretoria da Câmara Rio-Grandense do Livro, além de ex-patronos, como Antonio Hohlfeldt e Walter Galvani.

A escolha do patrono da Feira é feita via votação de um colégio eleitoral, formado pela diretoria e associados da CRL, patronos de feiras anteriores, titulares de entidades culturais e associativas ligadas à área do livro, entre outros. Cada um deles votou em três dentre os cinco indicados pela Câmara Rio-Grandense do Livro este ano - além de Urbim, concorriam Airton Ortiz, Juremir Machado da Silva, Luís Augusto Fischer e Regina Zilberman. Computados os votos, Urbim foi o que teve maior número de indicações.

Bastante emocionado, Carlos Urbim fez questão de mandar beijos e abraços para seus vizinhos da rua América, em Porto Alegre, e para seus conterrâneos de Livramento, na fronteira do Rio Grande do Sul com o Uruguai. O jornalista e escritor garantiu ainda que circulará pela feira acompanhado de traças, guris daltônicos, sacos de brinquedos e pandorgas, temas recorrentes em sua literatura voltada para o público infanto-juvenil.

A Agência da Feira do Livro

A Agência Matriz foi fundada em 2000 com a união de três sócios: Alberto Freitas ( diretor de Operações), Luiz Coronel(Diretor Institucional) e Roberto Philomena(diretor de Criação). A proposta de trabalho sempre foi clara. Fazer  comunicação com ética, envolvimento comunitário e respeito ao consumidor.

As empresas identificadas com o posicionamento da Agencia Matriz perceberam que responsabilidade social pode ser um grande negócio. O alvo das campanhas é a satisfação das pessoas que consomem os produtos que anunciam. Quando a agência e o cliente definem claramente essa estratégia de ação, todas as ferramentas empregadas e as iniciativas adotadas ganham uma nova origem e um único fim: cativar pessoas.

A definição da Agência pela própria é: Pesquisamos, planejamos, projetamos, criamos e produzimos conceitos voltados para quem desejamos emocionar.

Com tudo isso, a Agência Matriz possui clientes como Grupo RBS, Bourbom Shopping, AES SUL, Cristofoli, Fepam, Zaffari, Tintas Renner e a Campanha da 55º Feira do Livro., entre tantos outros.

Conheça a Agência Matriz

Confira o material publicitário produzido pela Agência Matriz para a 54ª Feira do Livro de Porto Alegre (31 de outubro a 16 de novembro de 2008).

Campanha Feira do livro

Fontes: Assessoria de Imprensa Feira do Livro, Notícias e Agência Matriz

 

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Campanha pela ética

Campanha pela ética

Ética é um tema fascinante, mas complexo. Fascinante porque em teoria é compreensível e inspirador e complexo porque se dá na prática por meio das pessoas. A Ética é, portanto, um produto das relações humanas. De forma pragmática, a ética se apresenta como o assunto cujo estudo tem tornado possível maximizar a eficácia das relações humanas nas organizações. Em seu sentido mais abrangente, a ética significa o conjunto de valores e da moral que conduzem um indivíduo a tomar decisões, no que se refere principalmente às suas relações com o mundo. Não se pode estudar a ética de forma isolada, mas com foco no ambiente e nas relações humanas ali existentes.

Na busca de facilitar o convívio em sociedade são criadas normas formais, que podem estar escritas ou normas morais, que são simbólicas e se manifestam por comportamentos fortalecidos nas teias sociais ao longo dos anos. O objetivo das normas é o de se tentar prever, racionalizar e evitar que conflitos éticos ocorram.

A questão ética nas organizações passa pela compreensão da sua cultura organização. Quais os valores e crenças desta organização e como suas questões do cotidiano são resolvidas?

Edgar Schein (1982) define cultura organizacional como sendo um padrão de suposições básicas inventadas, descobertas ou desenvolvidas pelos membros de uma empresa para lidar com problemas de adaptação externa e integração interna.  Estes padrões funcionam com eficácia suficiente para serem considerados válidos e, em seguida, ensinadoss aos novos membros como a maneira correta de perceber, pensar e sentir esses problemas.

Observa-se que a prática da ética nas organizações, por caminhos formais ou informais, instala-se por referências ideais de comportamentos e procedimentos que servem de guia, modelo e exemplo de ações ou atitudes tidas como aceitas ou recomendadas.

A formalização de um Código de Ética enfrenta um difícil caminho de construção, implementação e manutenção nas organizações.

Na construção, o desafio está em tornar perceptível o que, de fato, se constitui como valor a serviço da visão e da missão da Empresa. A fronteira entre o código de ética de uma empresa e o ideal de comportamento humano pode levar à construção de um produto incompatível com a gestão corporativa. Assim, o produto (código de ética) pode surgir fadado a ser um mero instrumento ilustrativo ou, no máximo, uma ferramenta a serviço da divulgação de imagem da corporação.

Na implementação, o risco consiste em ter um código de ética elaborado, bem redigido, inserido em manuais, mas que não seja do conhecimento das pessoas ou ainda, não seja aceito como padrão efetivo de diretrizes da ação profissional. A implementação de um Código de Ética pressupõe a elaboração de um projeto específico, com ações de treinamento e endomarketing para divulgação e fixação de seu conteúdo como valor para a organização.

Na manutenção de um código de ética é necessário que se tenham os guardiões que, em geral, compõem o Conselho de Ética e têm por objetivo: analisar os casos discrepantes ou não descritos e auxiliar na identificação das necessidades de revisão dos itens existentes, sugerindo acréscimos ou mudanças.

Mesmo quando uma organização não tem um código de ética formal, sempre existe um conjunto de princípios e normas que sustentam as suas práticas.

A maneira como a organização opera, a partir da experiência em diferentes situações, reflete a crença de cada instituição. Essa crença é detalhada no Modelo de Gestão (Fornari, 2004) que tem como ponto de partida a visão e a missão da organização.

Na manutenção, o risco é não manter este código atual e aderente à cultura organizacional da empresa.

Os Valores são afirmações sobre as crenças fundamentais, princípios que podem ser compartilhados, aprendidos e formam a base a partir da qual as ações e decisões organizacionais serão tomadas. O conjunto de valores orienta a definição de políticas e diretrizes, que se consolidam nos hábitos e costumes. Os valores servem de guia para definição de prioridades e de como todos devem se conduzir na busca dos objetivos da organização. Embora tenham caráter permanente, os valores devem ser periodicamente revisitados, para evoluir com a sociedade e com as necessidades da empresa, formando um conjunto vivo de crenças.

Em torno dos valores, as pessoas, constroem modelos de referência para atuar de forma independente e delegada, respeitando seus interesses, crenças e as variações culturais.

Além da declaração de valores, outros artefatos culturais contribuem para disseminar os princípios éticos de uma organização (exemplo dos líderes; código de ética e o conselho de ética).

A ética numa organização, seja ela empresarial ou governamental, deve ser pautada pelos mesmos princípios. Qualquer ação ou decisão, coletiva ou pessoal, não pode prescindir de um comportamento ético, já que os códigos de conduta devem ser uma ferramenta de gestão para estabelecer e articular os valores corporativos, as responsabilidades sociais, e as obrigações da organização que, em última análise, vão definir a forma como atua para atingir os fins coletivos a que se propõe.

Nós, da Trato Assessoria, acreditamos que para haver uma mudança na filosofia da empresa, precisamos começar com um movimento de conversão,do micro para o macro, do indívidual para o coletivo.Um movimento que possa penetrar todos os níveis da cultura. Concordamos também, que de nada adianta redigir um código de ética e fazer com que as pessoas o cumpram. É necessário uma transformação profunda, uma retomada da consciência ética, de valores morais que permeiem o coletivo, não o eu individual.

Por isso, lançamos a Campanha pela Prática das Atitudes Éticas. Uma pequena ação em vista do grande debate que o é, mas a Trato sabe que um longo caminho começa sempre pelo primeiro passo.

Dê um primeiro passo você também!Pense, aja, construa, todos os dias, éticamente.

Mercado Cultural não se sustenta sozinho

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Fonte: Folha de São Paulo

Se, numa canetada, acabassem os incentivos fiscais destinados à cultura, os palcos brasileiros esvaziariam. Mesmo aqueles ocupados por artistas que, na discussões sobre a nova Lei Rouanet, têm sido definidos como “consagrados”. As bilheterias sozinhas, salvo exceções, não pagam peças, shows e filmes feitos no país. O mercado da cultura brasileiro não é autossustentável.

“O artista famoso precisa de lei”, crava Sergio Ajzemberg, que trabalha com marketing cultural. “Existe um circuito fechado de artistas que vivem de Lei Rouanet”, diz Juca Muller, produtor de shows nacionais (Detonautas) e internacionais (Earth Wind & Fire). “As empresas querem associar suas marcas aos grandes nomes, não a desconhecidos.” As leis, além de tornarem mais visível quem já tem nome, inflaram os custos e agigantaram o mercado cultural. Mas teria o público acompanhado esse ritmo? Os números indicam que não.

O dinheiro de imposto que as empresas destinam à cultura beneficiou certos artistas, mas não chegou à população. É esse descompasso entre produção e acesso que tem feito com que sejam contestados projetos bancados com lei e, ainda assim, caros. “Os automóveis têm redutor de IPI e as pessoas entendem o porquê. No caso da cultura, isso não é totalmente aceito”, diz o advogado Fábio de Sá Cesnik. “Todo mundo diz que o teatro é caro. É? Alguém sabe quanto eu gasto para produzir uma peça?”, pergunta Antonio Fagundes.

E quanto custa a turnê de um músico? A bilheteria é capaz de bancar todos os custos?

Depende. Leninha Brandão (que trabalha com Vanessa da Mata e Lenine) diz que precisou captar R$ 660 mil de uma empresa de cosméticos para que Lenine fizesse um disco e shows em diversas capitais do país com ingresso a R$ 40.

Já Marcelo Lobato (de Marcelo D2 e Pitty) afirma que a bilheteria paga as despesas. “Faço a agenda de meus artistas e vendo os shows para contratantes locais. Ou esses contratantes pagam os cachês usando bilheteria ou se viram para arrumar patrocínio.”

A discussão torna-se ainda mais complexa quando a cultura confunde-se com o entretenimento –em tese, comercialmente viável. “Quem trabalha com entretenimento tende a entregar às pessoas o que elas querem, ou seja, pensa no freguês. Às vezes isso tem ligação com a cultura, às vezes não”,delimita Pena Schmidt, superintendente do Auditório Ibirapuera. “Mas essa linha é tênue”, diz, lembrando que, do rei que encomendava obras a um artista, passando pelo Estado e pelas gravadoras, a música sempre foi subsidiada.

Schmidt se pergunta se poderia ser diferente. E responde: “Com a estrutura de teatros que temos, não. Fala-se muito nos cinemas, mas os teatros também foram vendidos para igrejas. Por não haver incentivo para a construção de teatros, proliferou a indústria do montar e desmontar palcos. Nas casas pequenas, o que banca um show é a venda de bebidas.”

No Auditório Ibirapuera, a bilheteria responde por 10% do orçamento da casa. Parte é bancado pela TIM, sem leis, e parte vem do aluguel para eventos fechados. No Teatro Alfa, a conta é semelhante. A bilheteria responde por 20% do orçamento. Metade da arrecadação vem dos patrocínios e 30% do aluguel para eventos.

Segundo Elizabeth Machado, superintendente do Alfa, um espetáculo orçado em R$ 600 mil rende, na bilheteria, cerca de R$ 100 mil. Por que a conta não fecha? “Porque eu teria de cobrar R$ 400 reais. E aí a conta não fecharia porque o teatro não lotaria.” O produtor Emílio Kalil, que trará o grupo de Pina Baush para o Brasil, ainda não conseguiu patrocínio e, apesar dos ingressos esgotados, antevê o prejuízo. “A temporada custa R$ 1 milhão. São 58 pessoas, dois contêineres, dez dias de hotel, locomoção, estrutura técnica. É uma estrutura caríssima, que o público não vê, diz.

E antes das leis, como isso era pago? Em primeiro lugar, é preciso dizer que, pós-leis, cerca de 100 mil empresas prestadoras de serviço –de alimentação a luz– se oficializaram para entrar na engrenagem de notas fiscais e prestação de contas. “Se você quer filmar numa esquina, o dono da padaria te cobra. Há 30 anos não era assim”, exemplifica o cineasta Hector Babenco. Mas há outras respostas.

“Muitos produtores iam chorar no colo dos governos”, diz Kalil. “O governo brasileiro, historicamente, trabalhou com incentivos. Nos anos 1970, as gravadoras tinham desconto nos impostos se investissem em artistas nacionais”, diz Cesnik. Há quem vá mais longe. “Tínhamos uma população acostumada a ir ao teatro, ao cinema”, diz Ajzemberg. É essa uma das diferenças entre o Brasil e os países europeus. “A média da população brasileira não consome cultura.”

fonte: ANA PAULA SOUSA e THIAGO NEY - da Folha de S.Paulo - 19 de setembro de 2009

Convite Café com Quadrinhos

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O próximo passo, depois de lançarmos o teaser e gerarmos expectiva, é o de enviar os convites para a imprensa, formadores de opinião e público estratégico. Foi feito em forma de Press Kitt, contendo realease, convite para o evento e cartão de de crédito da Café com Quadrinhos com o nome do convidado. Você pode conferir o Press Kitt logo abaixo:

Release Café com Quadrinhos

Release Café com Quadrinhos

Convite

Convite

Cartão de Crédito

Cartão de Crédito

Nestlê - Ação inovadora de Relacionamento

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A Soul Comunicação, por ser uma Agência que tem como foco de trabalho o relacionamento entre instituições e seus clientes, abre espaço aqui para um post sobre a nova forma encontrada pela empresa Nestlê para se relacionar com os seus consumidores na Era Digital, direto do Blog Mundo do Marketing (www.mundodomarketing.com.br) . O Projeto pioneiro é de responsabilidade da Agência Fábrica.

Esta é uma ação inovadora e que gera valor para os clientes, servindo como bom exemplo de trabalho para a Soul.

Abaixo, o texto postado:

Nestlé lança plataforma de relacionamento digital inédita

Além de ampliar pontos de contato, programa ajudará a marca a antecipar desejos e hábitos de consumidores

A força da mídia social deixou as marcas sem opção: para se relacionar com o consumidor de forma global, é necessário estar na internet. A presença em redes sociais é uma constante para empresas como Unilever, O Boticário, Tecnisa, Coca-Cola, Fiat e Nestlé, que utilizam estes espaços para promover suas marcas e estreitar o relacionamento com o público-alvo. Agora, a própria Nestlé vai além e lança o seu canal de relacionamento digital, uma poderosa ferramenta para antecipar o perfil comportamental de seus consumidores.

O programa inédito no Brasil “Nestlé com você todo dia” é um espaço no portal da companhia em que os consumidores podem receber conteúdos customizados diariamente. Muito mais do que monitorar as redes sociais, esta é uma oportunidade que a Nestlé tem de mapear o comportamento e as preferências do cliente antes mesmo que ele se manifeste na rede.

O resultado para o consumidor é uma agenda personalizada diariamente pela Nestlé. Mas o projeto vai além de um plano de comunicação. É uma plataforma de conhecimento pensada e planejada que integra dados de diversas bases e mapeamento de conteúdo de todos os portais da empresa. Assim, a marca consegue se antecipar sobre os hábitos dos consumidores e o que eles desejam.

Nestlé quer ir além da expectativa do consumidor
Para isso, ao se cadastrar, o internauta cria o seu próprio avatar e responde as perguntas que formam uma história em quadrinhos. A partir destas informações, o programa entrega, diariamente, conteúdos personalizados. O canal disponibiliza ainda um aplicativo tipo widget para download e uso na tela do computador que faz com que o internauta tenha acesso direto à agenda e seus conteúdos sempre que se conectar.

Ao pedir que o internauta preencha o cadastro tradicional, crie um avatar e responda as perguntas para que seja formada uma história em quadrinhos, a marca consegue sair do perfil demográfico de seus consumidores e avançar no perfil comportamental. Essas informações permitem uma primeira investigação para aprofundar o conhecimento sobre saúde, nutrição e bem-estar, pilares da Nestlé.

O objetivo do programa é ajudar a Nestlé a ir além da expectativa do consumidor, criando uma inteligência competitiva forte. O mapeamento a partir desta plataforma serve de base para que a companhia ofereça produtos de acordo com as necessidades do seu público-alvo e reformule itens já existentes, além de se antecipar aos desejos dos clientes. A plataforma ainda ampliou as oportunidades de contato com o consumidor. Se antes a marca enviava um e-mail a cada 15 dias, agora ela pode falar sobre vários assuntos todos os dias.

Três milhões de consumidores dispostos a se relacionar A ação busca provar que é possível ser relevante na vida dos consumidores, sem vender um produto, mas prestando um serviço. “Se a marca não for relevante para o consumidor, não haverá espaço para ela em sua mente. Essa plataforma resolve um problema que não é só da Nestlé, mas de todo player global que tem muitas marcas e unidades de negócio para comunicar”, explica Marisa Furtado, sócia e vice-presidente de criação da Fábrica, agência responsável pelo projeto, em entrevista ao Mundo do Marketing.

“A Nestlé é uma das empresas pioneiras no atendimento ao consumidor. Desde que chegou ao Brasil ela demonstra um interesse em conhecer o seu público. Já nos anos 1940 a companhia trocava cartas com os clientes. Ao longo das décadas, foi refinando este relacionamento e acompanhando as evoluções”, afirma.

O grande desafio para a Fábrica – que ganhou a concorrência do projeto entre as agências Sun-MRM, Página Viva CRM e Ogilvy Interactive – foi propor uma ação de estreitamento e relacionamento com o consumidor que fugisse do tradicional. “O primeiro passo foi fugir do modelo de programa de relacionamento burocrático, desses que você sabe exatamente o que vai receber, o que vai acontecer no dia do seu aniversário, no dia que você completar um ano de programa. Quisemos trazer recursos de interatividade de redes sociais”, diz Marisa, da Fábrica.

A aposta no sucesso se dá pelos mais de três milhões de consumidores logados nos portais da marca, assinantes da revista “Nestlé com Você” e pessoas que interagem via e-mail ou SAC. A empresa acredita que estas pessoas demonstraram alguma disposição para se relacionar com a marca e investem neste público. O objetivo é atrair consumidores ativos ou inativos nos outros canais de relacionamento da Nestlé e individualizar o conteúdo entregue a eles de acordo com as suas preferências.

Fonte: Blog Mundo do Marketing, autoria de Sylvia de Sá. (28/09/2009)

Brain indica

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A edição do RBS Debates desse ano trás como tema: ‘Linguagem x Públicos: como produzir para as massas’. O encontro propõe uma reflexão sobre o fenômeno da televisão brasileira, que consegue atingir diferentes targets ao mesmo tempo, com audiências que chegam, por exemplo, a 90% de share.

O evento ocorre na próxima segunda-feira, 28, às 19h30, no Centro de Eventos da PUCRS (Prédio 41) e conta com a presença de Jayme Monjardim, diretor da novela “viver a vida” da rede globo, além de Fabiano de Souza, roteirista e diretor de cinema e TV e João Daniel Tikhomiroff, premiado diretor de filmes publicitários. A entrada é franca.

Clique aqui para ler a entrevista com Jayme Monjardim feita pela ZeroHora de 28 de setembro de 2009.

Equipe

Brain Comunicação

pensamos com você, agimos por você

Identidade Visual da Brain

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A Brain Comunicação apresenta seu novo logotipo. Utilizamos a imagem da Coruja, como símbolo de sabedoria e conhecimento, o que buscamos para desempenhar com excelência nossos projetos.
Logotipo Brain

Pensamos com você, agimos por você.

Drimio - A nossa Marca são as suas Marcas!

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Ligada nas tendências de mercado a Prisma traz, através do Setor de Conexões, a nova novidade no que diz respeito a redes sociais: o site Drimio!

Criada em maio de 2009, a Drimio é uma rede social que tem o propósito de interação entre consumidores e marcas. Ao se cadastrar na rede, o usuário se vincula a suas marcas preferidas e pode acompanhar notícias sobre elas, dar sua opinião, postar e acompanhar os vídeos e imagens das marcas, escrever depoimentos e se relacionar com usuários com gostos semelhantes.

As empresas renomadas e reconhecidas no mercado já estão lá: Google, Apple, Vivo, Claro, Nike, Renault, Chevrolet, Dell, Acer, Avon, Natura, Havaianas, Nestlé, RBS TV, entre tantas outras.

No perfil da marca, o usuário tem acesso a um pequeno histórico da empresa, às demais páginas virtuais dela (site oficial, orkut, twitter, blog), aos conteúdos postados recentemente e aos mais visitados, além de visualizar os usuários que mais interagem com o perfil da marca.

O tópico mais interessante aos profissionais de comunicação é o “Percepções“, onde o usuário, ao escolher palavras-chave, retrata sua percepção sobre a marca (positiva ou negativa)

Exemplo das percepções sobre a marca Vivo:

Mercenário / poucas promoções / cara / cobertura / clean / melhor / Inflexível / qualidade / moderna / planos / atendimento / Péssimo atendimento

Diferente das demais redes sociais (orkut, twitter, blogs, facebook), a Drimio se destaca pelo seu foco na interação entre consumidor e marca, não sendo o objetivo do site a “visibilidade pessoal” dos usuários. Isso oportuniza aos profissionais de comunicação um acompanhamento mais concreto de como sua marca é vista pelos consumidores internautas (e comparar a situação da concorrência).

Profissionais de comunicação: Fiquem ligados em mais uma ferramenta potencial na gestão da imagem das marcas! E não deixem sua marca de fora da nova mania da internet!

Drimio - A nossa Marca são as suas Marcas

 http://www.drimio.com/

 

Prisma - Iluminando novas direções

htt://www.agencia-prisma.blogspot.com

 

Ética para a Brain

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Ética para a Brain é um conceito muito simples: é sair da teoria e agir. Agir com transparência, com respeito em relação à natureza e a sociedade.

Somente realizando trabalhos com ética é que vamos atingir a excelência e o sucesso.

Clique abaixo para assistir o vídeo exposto em aula.

http://www.youtube.com/watch?v=TR57M4al6bA

Equipe Brain