Arquivo de outubro, 2009

Plano de Comunicação HSL – Porto Alegre

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Nesta quarta-feira, dia 28, a agência Fala apresentou ao Hospital Sírio-Libanês Porto Alegre, um Plano de Comunicação oferecendo várias idéias para que o público gaúcho conheça a marca e o Hospital consiga atingir todos os seus objetivos na nova sede.

Primeiramente apresentamos a capital dos gaúchos para os nossos clientes, assim como dados importantes como o perfil do consumidor e pesquisas sobre as doenças mais marcantes na região e uma análise do mercado local.

Como estratégia de comunicação de pré-lançamento do hospital apresentamos um Teaser e uma peça publicitária que serão veiculadas em diversas mídias.

Uma nova cidade, os mesmos valores.

Uma nova cidade, os mesmos valores.

Para atrair públicos específicos destacamos algumas campanhas:

- Saúde Dela – em parceria com a Rede Feminista de Saúde, que ajudará o Sírio-Libanês na descoberta de demandas de tratamento, visto que a rede realiza diversas pesquisas sobre saúde da mulher;
- Com Todo Pique – direcionada ao público da terceira idade, trará sempre dicas de saúde e alertas sobre as principais doenças dessa fase.
- Projeto Abrace seu Bairro – ação filantrópica que beneficiará o bairro Restinga e contará com a parceria da ONG Junior Achievement e do Projeto Pescar.
- Dr. Silo – Mascote do Hospital Sírio-Libanês Porto Alegre, estará presente na unidade pediátrica e será um grande propagador da marca.

Campanhas

Campanhas

Fala.
Comunicação direto ao ponto.

Proposta Soul Comunicação - HSL

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Baseados no escopo de serviços abaixo oferecidos:

* Assessoria de Imprensa

* Marketing de Relacionamentos

* Marketing Experencial

* Organização de Eventos

A Soul Comunicação propõe as seguintes ações para o Hospital Sirio-Libanês - Unidade Porto Alegre.

Steve Jobs é o empresário mais popular entre os jovens

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Jobs é o principal executivo da Aple

Jobs é o principal executivo da Aple

A Agência Fala também trabalha com a reestruturação de imagem, moldando-a caso solicitado pelo cliente ou verificado por um de nossos profissionais. A questão é que tanto a imagem de uma organização quanto à imagem de seu líder deve estar muito bem estruturada perante o imaginário das pessoas.

Pesquisa feita nos Estados Unidos, pela ONG Junior Achievement, com garotos entre 12 e 17 anos apontou o principal executivo da Apple, Steve Jobs, como o empreendedor mais admirado por esse público.

A apresentadora norte-americana do talk-show mais popular dos Estados Unidos, Oprah Winfrey tem mais de 2,3 milhões de seguidores no Twitter. Enquanto Steve não possui tal ferramenta de comunicação. Mesmo assim, o principal executivo da Apple é o empresário mais admirado pelos adolescentes - e com grande vantagem. Jobs ficou a frente de empresários como Tony Hawk, uma fera do Skate, e Mark Zuckerberg, fundador do Facebook. Imagina-se que isso deve-se granças ao iPod e ao iPhone sendo um exemplo de empreendedorismo a ser seguido por esses jovens.

Veja mais no site: http://www.geek.com.br/blogs/832697632/posts/11195-steve-jobs-e-mais-popular-que-oprah-winfrey-entre-adolescentes-americanos

Fala.
Comunicação direto ao ponto.

Soul de olho nas Relações Governamentais

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A Soul indica a todos o evento:

“O desafio das práticas de Relações Governamentais como suporte estratégico para a tomada de decisões entre Estado e Sociedade Civil”

Objetivos
O Fórum pretende discutir a importância da atuação dos representantes dos setores públicos e privado como  interlocutores estratégicos de diversos grupos de interesses na defesa de suas idéias e propósitos.

Como o profissional da área constrói uma imagem sólida e de credibilidade. A demanda por práticas éticas e transparentes, determinantes  na criação de relações consistentes e favoráveis aos temas definidos como prioritários ao desempenho de suas funções.

PROGRAMA
Segunda-feira, 26 de outubro, das 9h00 às 12h45

9h00/10h30 - AS ATIVIDADES DE RELAÇÕES GOVERNAMENTAIS NA VISÃO DO EXECUTIVO.
» Luis Alberto dos Santos, Subchefe de Análise e Acompanhamento de Políticas  Públicas Governamentais da Casa Civil da Presidência da República

Moderadora:
Juliana Nunes, Diretora de Assuntos Corporativos da Unilever e Presidente do Comitê de Relações Governamentais.

10h30/10h45 - Coffee-break

10h45/11h45 - O LEGISLATIVO COMO INTERLOCUTOR IMPORTANTE PARA O FORTALECIMENTO DA ATIVIDADE.
» Milton Monti (PR/SP), Presidente da Frente Parlamentar de Comunicação Social

Moderador:
Rafael Sampaio, Vice-Presidente Executivo da ABA.

11h45/12h45 - O SETOR PRIVADO E ASSOCIATIVO: A DEFESA DOS INTERESSES E IDÉIAS INFLUENCIADORAS DAS POLÍTICAS PÚBLICAS.
» Antônio Marcos Umbelino Lôbo , Diretor Superintendente da Umbelino Lôbo Assessoria e Consultoria.
» Guilherme Farhat Ferraz, Presidente da Semprel e Presidente do Comitê de Análise da Conjuntura Política Brasileira da Amcham.
» Eduardo Ricardo, Sócio-Diretor de Relações Governamentais da PATRI.

Moderadora:
Karla Brandão – Gerente de Relações Governamentais Kraft Foods Brasil.

Público-Alvo
Profissionais de Relações Governamentais, Assuntos Corporativos e Institucionais, Comunicação Corporativa, Relações Públicas, Jurídico e Associações de Classe

INFORMAÇÕES GERAIS

Local: Sede da ABA - Av. Paulista, 352 - Cj 61
Investimento:
Sócios da ABA e da AMPRO: R$ 260,00
Demais Interessados: R$ 390,00
(Inclusos: Coffee-breaks, material de apoio e certificado de participação.)

Soul sempre ligada no Twitter

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A Soul Comunicação indica a todos a matéria publicada no Blog Cappuccino sobre os 10 melhores RPs para serem seguidos no Twitter. Damos aqui uma palhinha do que você vai conferir na matéria:

Os 10 RPs brasileiros que merecem ser seguidos no twitter.

Por Equipe Ocappuccino.com

No dia 29 de setembro demos um RT: @ligiabia 100 Relações Públicas que vale a pena seguir noTwitter. http://bit.ly/39xV0q e 22 minutos depois twittamos: Saí no @ocappuccino nos próximos dias a lista com os 10 Relações Públicas Brasileiros que vale a pena seguir no Twitter.
A partir deste momento iniciamos uma extensa pesquisa na rede para tentar produzir a tal lista. Entramos em contato com profissionais, professores, pesquisadores e estudantes de Relações Públicas para que eles indicassem, cada um, RPs que considerassem influentes no twitter. Só que no ímpeto da idéia não percebemos a mancada: como iríamos caracterizar a influência para os pesquisados?!?! Então mudamos a indagação, por que talvez influente não seria o melhor termo, e começamos a pedir indicações de RPs que merecessem ser seguidos no twitter.
10 RPs brasileiros que merecem ser seguidos (ou mais influentes) no twitter:
@aureliofavarin Aurélio Favarin, autor do TCC Comunicação
@baldurquino Pedro Baldurquino, um dos autores do Horizonte RP
@carolterra Carol Terra, autora do RPalavreando
@fabioalbukerk Fábio Albuquerque, autor do Gecorp
@laisbueno Lais Bueno, autora do Em diálogo
@lidifaria Lidi Faria, autora do Lidi Faria
@rprodrigo Rodrigo Cogo, autor do Mundo RP
@rcamposrp Ricardo Campos, autor do Ricardo Campos: reflexione
@thiane Thiane loureiro, autora do Vertente (*exceção: pois é formada em jornalismo, mas trabalha como RP)
@universorp Flávio Shimitd, autor do Blog do Flavio (*exceção: apesar da lista ser de pessoas físicas, o UniversoRP.net foi indicado e aparece na lista pois Flávio Shimitd simboliza o portal e é a sua imagem que personifica o avatar no perfil)
Obs1: Esta lista não foi criada pelo blog e sim produzida a partir das indicações no twitter de diversos pesquisadores, professores, profissionais e estudantes de Relações Públicas.
Obs2: Os indicados estão listados em ordem alfabética, e a ordem não caracteriza nenhum ranking ou quantidade de mais indicações.
Confira a matéria completa no link:

SOUL no I Colóquio Comunicação e Imaginário

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A Soul Comunicação esteve presente nos dois dias do I Colóquio Comunicação e Imaginário e sua comunicadoras participaram do mini-curso integrado “Imaginário e Relações Públicas - Publicidade e Imaginário”.

Através das conferências realizadas pela manhã, foi possível conhecer diferentes perspectivas sobre o conceito de Imaginário e sua aplicabilidade em cada área do conhecimento. Dentre os pontos de vista apresentados, tivemos a defesado Imaginário na Comunicação, na Estética, na Política, na Cidadania, na Cultura, no Audiovisual, no Jornalismo, nos rituais populares, na Internet, na História, entre outros.

Já à tarde, nos mini-cursos, pudemos aprofundar mais os conceitos vistos pelas falas da manhã e aplicar às áreas de Relações Públicas e Imaginário, buscando uma interação entre ambas as áreas. Com isso, pode-se dizer que o evento foi muito proveitoso, pois além de ampliar nossos conhecimentos e reflexões teóricas sobre o Imaginário na Comunicação Social, ainda conseguimos visualizar de que forma são aplicávies nas práticas de mercado.

Como temáticas, os mini-cursos tiveram:

  • Imaginário e Relações Públicas
    • Ministrante: Prof. Dr. Rudimar Baldissera (FABICO/UFRGS)

      Ementa: Imaginário e realidade. Imaginário, comunicação e redes simbólicas. Imaginário e Relações Públicas. As relações públicas na (re)construção de imaginários. Usos estratégicos dos imaginários.

    • O mini-curso foi estruturado de forma que os Professores Rudimar Baldissera e Elisa Piedras, ambos da Fabico, estabelecessem um diálogo fluido com os alunos da Fabico e da Unisinos (representada por uma aluna formada em Relações Públicas).  A didática se estabeleceu da seguinte forma: retomada dos conceitos teóricos sobre o Imaginário; Metodologias de Pesquisa sobre o Imaginário; Prática de pesquisa e discurssão sobre o Imaginário, realizada pelos alunos de ambos os cursos em integração e tendo como finalidade aplicar os conceitos vistos no Colóquio e no curso em atividade empírica.

      Ficamos muito felizes com os resultados que chegamos e por termos colaborado com os alunos de Publicidade e vice-versa, além de termos um projeto social e de comunicação desenvolvido pelos alunos do curso e que pretendemos realizar em breve.

      A Soul se coloca à disposição para compartilhar seus conhecimentos. Contate-nos!

I Colóquio Comunicação e Imaginário - 2º dia

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Hoje foi o segundo e último dia do I Colóquio Comunicação e Imaginário e a Fala estava presente mais uma vez, neste evento que pertenceu a Semana Acadêmica da UFRGS.

No primeiro momento, os Mestres da Fabico, Nilda Jacks, Valdir Morigi e Lizete Dias apresentaram um estudo, que prometem publicar em um livro em 2010, denominado Imaginários urbanos: a Porto Alegre de seus cidadãos. Nele os professores apresentam a Cidade no olhar da própria cidade, dos cidadãos e dos outros (pessoas de outros lugares), trazendo a tona várias conclusões sobre o imaginário de todos diante a capital dos gaúchos.

Logo em seguida a Profa. Dra. Beatriz Rahde discursou seu Projeto de Iniciação Científica da Famecos - Imaginário: estética e sedução – onde afirmou que o imaginário não é lógico, mas se constitui num receptáculo, no qual se manifestam os sonhos, os mitos e as fantasias. Rahde exemplificou desde as iconografias gregas até o culto pela estética contemporânea, com os exageros das cirurgias plásticas.

Por último, o Dr. Prof. Eduardo Vizer palestrou - Midiatização dos Mundos da Vida. Imaginação mediatizada e construção do sentido – com uma abordagem complexa, mas interessante, Vizer nos fez refletir como podemos redefinir os processos de estudos da comunicação, para dar sentido aos nossos mundos e as nossas vidas, relacionando-a a nós e a sociedade. Na mesma mesa a Dra. Profa. Cremilda Medina apresentou A rua e o imaginário coletivo na série São Paulo de Perfil mostrando os diferentes imaginários urbanos de umas das cidades mais diversas em termos de cidadãos.

A Dra. Profa. Ana Taís Barros, coordenadora do evento, soube conduzir cada diálogo com muito sucesso. Temos certeza que o Colóquio Comunicação e Imaginário terá outras edições e a agência Fala parabeniza a todos os envolvidos e professores convidados pela riqueza de conteúdos.

Fala.
Comunicação direto ao ponto.

13ª Parada Livre de Porto Alegre

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A Agência Fala busca o crescimento das empresas com diversos públicos-alvos. Atualmente, uma grande fatia de consumidores vem crescendo por sua visibilidade, alto poder de aquisição econômica e amenização de um grande câncer social: o preconceito.

O público GLS tem ganhado cada vez mais espaço e respeito da sociedade, quer seja no Brasil ou no exterior. Tamanha exposição, não passa despercebida dos profissionais de marketing, pois há uma necessidade de conquistar esse público que é ávido por consumir serviços e produtos voltados para seu segmento. Os Profissionais sabem da necessidade que suas marcas têm de estarem na cabeça dos clientes ou futuros consumidores. De olho nessas empresas, denominadas Gay-Friendly, a Fala desperta-se para essa realidade e, esquecendo as barreiras impostas pela discriminação, faz um trabalho de planejamento de marketing voltado para o mercado GLBT (Gays, Lésbicas, Bissexuais, Travestis e Transexuais).

Neste domingo, 25 de outubro, acontece a 13ª Parada Livre, no Parque da Redenção. A Equipe Voluntária Brasil estará presente e fará sua parte. Veja o link abaixo:
http://www.equipevoluntaria.org.br/portal/index.php/parada-gay-porto-alegre/

Aproveite e conheça o trabalho da Equipe Voluntária Brasil e suas ações em seu portal:
http://www.equipevoluntaria.org.br/portal/

É a Fala comunicando-se em prol do orgulho de viver sem preconceitos.

Fala.
Comunicação direto ao ponto.

I Colóquio Comunicação e Imaginário - 1º dia

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“É uma honra estar aqui neste Colóquio sobre Comunicação e Imaginário e falar desse tema marginal nas academias. Diferente de um evento de medicina, patrocinado pela indústria farmacêutica, é complicado trazer público que se interesse sobre esse assunto.”

Foi com essa observação da Professora da UFPE, Danielle Pitta, que iniciou-se o I Colóquio Comunicação e Imaginário. Discursando o tema Simultaneidades nas vozes da arkhé, Pitta trouxe a importância das mitologias para o imaginário individual e coletivo, apresentando a cultura religiosa africana, mostrando como as pessoas representam os Orixás no culto do Candomblé. Michel Maffesoli, José Carlos Rodrigues e Gilberto Durand foram os autores mais citados na apresentação.
Organizado pela Profa. Dra. Ana Taís Barros, o evento não pode contar com a presença do Prof. Teixeira Coelho, mas teve no segundo momento a participação da Prof. Dra. Maria Helena Weber discursando a temática Política, mídia e imaginário. Grande conhecedora da área de comunicação política Weber ressaltou que o discurso da política não é o mesmo dos bastidores, na mídia eles (políticos) usam a dramaturgia e que o imaginário foi muito usado nos regimes totalitários: “ não era suficiente dominar as pessoas pela força, como nos governos de Médice ou de Hitler, era preciso dominar a mente, o imaginário, para isso, usavam a publicidade como instrumento de manipulação”.
Por último o Prof. Carlos Gerbase dominou a atenção de todos com seu discurso intitulado Clique aqui: a retórica da sedução no correio eletrônico, abordando os Phishings, e-mails que são ataques semânticos endereçados aos seus destinatários. Gerbase compara-os a qualquer golpe, pois deve ter uma mensagem isca, que visa fazer a vítima tomar determinadas atitudes, conservando antigas estratégias discursivas, o suporte e a intermediação é que são novos. O professor ainda resaltou: “as mensagens tem verossimilhança, por isso funcionam, não importa se são verdades, o importante é parecer verdadeiro”.

A tarde houve quatro minicursos:
- Metodologia do imaginário, com a Profa. Dra. Ana Thaís Barros.
- Jornalismo Literário Avançado, com o Prof. Dr. Edvaldo Pereira Lima
- Imaginário e Publicidade, com a Prof. Dra. Elisa Piedras
- Imaginário e Relações Públicas, com o Prof. Dr. Rudimar Baldissera

Amanhã é o segundo e último dia do I Colóquio Comunicação e Imaginário e a Fala estará presente, se interando ao assunto e apresentando neste Blog todas as informações sobre o evento.

Fala.
Comunicação Direto ao ponto.

As agências devem ser reconhecidas pelo que sabem. Não pelo que fazem.

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A Advertising Age publicou, recentemente, um texto bem interessante do Phil Johnson, CEO da PJA Advertising & Marketing, sobre o real papel das agências.

Segundo ele, muitas agências, ao invés de compreender como as pessoas se comunicam e desenvolver para desenvolver estratégias poderosas para as marcas, ficam presas em criar coisas – seja um anúncio, um website ou poucos caracteres no Twitter. Quando isso ocorre, conta, os clientes acabam recebendo campanhas inspiradas em publicidade já feita. Podem ser criações esteticamente agradáveis, com uma sacada interessante, mas que não são capazes de resolver os problemas reais dos clientes. Além disso, o foco no output, ao invés de no input, leva a distinções artificiais em relação à publicidade tradicional, digital e pontos intermediários. Segundo Johnson, esse tipo de pensamento comoditiza a agência, acabando com qualquer possibilidade de diferencial. O ideal, diz ele, é a agência ser reconhecida pelo que sabe, e não pelo que faz – oposto do que a maioria tem feito até agora.

É uma visão interessante. Ele se diz convicto de que as agências deveriam se tornar uma comunidade de pessoas intelectualmente curiosas. E, quanto mais diversidade social e intelectual houver, melhor. Ele conta que o verdadeiro papel das agências é sua habilidade de abrir portas para o mundo com o qual o cliente deseja se envolver. As agências que entregam tal promessa, afirma, serão sempre relevantes. Inclusive, a remuneração das agências em função das idéias, e não do que é executado, foi um dos grandes pontos de discussão do MaxiMídia 2009, mas isso é assunto para um segundo momento.

Ele finaliza o texto com 5 dicas para seguir essa linha de pensamento – bem interessantes, por sinal.

1 – Somos todos CIOs. Virtualmente, toda atividade da agência – de operações internas de gestão das contas até a entrega das campanhas – é construída em plataformas tecnológicas. Não são mais ferramentas que apóiam o negócio. Essa tecnologia é o negócio. Além disso, os canais de comunicação que você cria para si mesmo, ou para sua agência, podem também se tornar os mesmos canais que você usa para a campanha do cliente. Todos na agência precisam entender e aplicar o valor estratégico da tecnologia para se engajar com o cliente.

2 – Existe vida além do Twitter. Devemos estender nosso campo de visão para além da publicidade, para incluir todo o campo da comunicação. O colapso dos jornais pode ser um momento de definição para essa geração e terá grande impacto no setor de publicidade. Grandes inovações na comunicação estão acontecendo em campanhas políticas e iniciativas públicas de saúde. Há muito o que aprender.

3 – Devemos ser estudantes da colaboração. A publicidade sempre foi um empreendimento colaborativo, mas ainda há uma definição muito estreita de como e onde a colaboração acontece. Eu quero olhar para fora do nosso setor e aprender com outros campos – seja design de produto ou a entrega de serviços consultivos complexos – que desenvolveram novos modelos para a construção de equipes e colaboração.

4 – Nem toda cultura é popular. Para ser entendido por públicos mais amplos, os profissionais do marketing de massa fazem comunicação para o denominador comum mais baixo em termos de cultura popular e intelecto. Algo como escrever um texto para um estudante da oitava série visando toda uma população ainda é bem comum. As mídias sociais permitem conversas mais amplas com menores grupos de pessoas ao longo de um complexo cultural mais amplo. Para sermos eficazes, precisamos comandar mais profundamente as tendências sociais, políticas e artísticas. A publicidade de amanhã será forçada a fala em diferentes vozes e níveis intelectuais.

5 - A ciência invade o departamento de criação. As ciências sociais sempre tiveram um papel importante da publicidade, mas os avanços no estudo do cérebro vem criando disciplinas como o neuromarketing, que estão trazendo uma nova visão para o processo criativo. Quem se importa com o que o Diretor de Criação acha legal? O que importa é como os neurônios estão atuando no mercado alvo. No campo da psicologia, a ciência da felicidade está desencadeando um novo conhecimento sobre como as pessoas decidem o que as satisfará no futuro. Alguém na nossa equipe deve estar prestando atenção nisso.

FONTE: http://www.chmkt.com.br/2009/10/as-agencias-devem-ser-reconhecidas-pelo.html