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Acerto.com: Como envolver os gestores na comunicação interna?

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Se você é funcionário de uma empresa e tem alguma dúvida sobre qualquer coisa na empresa, quem que vais aber lhe responder? O seu chefe.

Querendo ou não, o envolvimento dos gestores na comunicação interna é essencial para que haja uma disseminação correta das informações, e não se ater tão somente aos contextos tecnológicos e ferramentas comunicacionais.

Dá uma conferida no texto abaixo que dá dicas muito boas sobre isso!

Como envolver os gestores na comunicação interna?

Hoje aconteceu o Seminário “Mensuração de Resultados na Comunicação Interna”, promovido pelo Informa Group. Minha apresentação foi sobre os reflexos da liderança nos resultados de comunicação interna.

Nem preciso dizer que é decisiva, certo? Há dois lados nessa história: um deles é que não podemos (nem queremos, nem devemos) controlar tudo que a liderança fala e faz. Vem no “fixo” quando alguém é promovido para uma função gerencial ou de coordenação de equipes. Por outro lado, dá para ajudarmos todo esse pessoal a se aproximar de seus grupos, gerar mais engajamento e defender a reputação da empresa, entre outras coisas.

Sem a participação ativa e estruturada da liderança nos processos de comunicação interna, qualquer atividade perde força.

Mas então vem a pergunta: como envolver os gestores?

1) Quando propuser uma abordagem de comunicação para a liderança, seja parceiro. Ajude-o a atuar de acordo com o modelo defendido pela própria empresa. Algumas delas, como Basf, Adams, Merck, Eaton, apenas para citar algumas, possuem códigos escritos dos comportamentos esperados da liderança. Esse pode ser nosso material de base para definir uma linha de atuação. Na Basf, por exemplo, a bússola da liderança traz em seu texto “diálogo aberto e clareza”, “discussões diretas e justas”, “buscamos e aceitamos opiniões diferentes das nossas”, “demonstramos interesse genuíno a cada um dos nossos colaboradores”.

2) Faça um bom trabalho de construção de mensagens e uma boa arquitetura de informação. O funcionário precisa saber o que pode encontrar na revista, que tipo de informação é pertinente à intranet e também que à liderança cabem os esclarecimentos dos porquês.

3) O gestor também é um público chave para a área de comunicação, então merece ser tratado como tal: apresente continuamente seus resultados de maneira mais concreta possível, crie oportunidades de eles falarem com os funcionários de forma aberta e regular, inclua-os nas discussões de redes ou conselhos de comunicação.

4) Crie ferramentas que o apóiem: orientações escritas para alinhar comunicados importantes ajudam, preparar os executivos-chave para falar e ouvir também.

5) Alinhe sua estratégia com a de recursos humanos: gestores são cobrados formalmente pela qualidade da sua comunicação em suas avaliações de desempenho? Há ferramentas disponíveis para que os gestores desenvolvam a competência comunicação? Presidência e diretores recebem coaching em comunicação?

6) Crie multicanais, e nem todos precisam ser de responsabilidade da área de comunicação. Alguns sempre preferirão o velho e bom cara a cara. Outros podem se encontrar no blog do presidente.

Fonte: http://comunicacaocomfuncionario.blogspot.com/2009/10/como-envolver-os-gestores-na.html

Por que os projetos falham

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Segundo dados do Standish Group, 24% dos projetos falham, ou seja, um em cada quatro. Os motivos são os mais variados, entre eles, falta de gestão eficiente, falhas de execução dentro do prazo ou orçamento. George Paulus, engenheiro da Proage, criou o sistema de GP3 para gestão de projetos e identificou as condições para que sejam bem sucedidos: envolvimento da alta direção; trabalho em equipe; maturidade na escolha das ferramentas de gestão; aprendizagem organizacional; alvos bem definidos; uso efetivo de um sistema de informações; e controle eficiente de mudanças.

* Matéria extraída da revista Bens & Serviços (FECOMÉRCIO – outubro de 2009)

Visando a excelência no desenvolvimento de seu trabalho, a Start preocupa-se com cada detalhe do planejamento de suas ações. Para nós, o envolvimento com o cliente e a avaliação constante dos projetos executados são algumas das peças fundamentais para obtenção de resultados 100% satisfatórios. É essa visão estratégica, de compromisso e credibilidade, que a Start pretende passar a todos seus públicos.

START sempre antenada às mudanças de legislação

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Criado por 14 entidades, novo código para envio de e-mail promocional distingue com mais clareza aquilo que é marketing daquilo que é spam. Agora, as empresas só poderão enviar mensagens promocionais após autorização do receptor ou vinculo pré-definido. Apesar dessa regulamentação já estar em vigor, há um prazo de seis meses para criação do Conselho de Ética - responsável por punir aqueles que não se adequarem às novas leis.

A Start assessoria de comunicação já está adaptada ao novo código e trabalha na conscientização de seus clientes. A transparência e a responsabilidade são valores fundamentais para nossa assessoria.

Fonte: Revista Bens & Serviços - Fecomércio, outubro de 2009.

Start felicita seu mais novo cliente

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Fundado em 1972, o Planetário Profº José Baptista Pereira completa hoje seu 37º ano de funcionamento. Atuando como órgão de complementação de ensino e divulgação da astronomia, já atingiu mais de 1milhão de pessoas com a apresentação de diferentes programas.

 Localizado na esquina da Avenida Ipiranga com a Rua Ramiro Barcelos, sugere o formato de uma nave espacial pousado no solo. Seu nome é uma homenagem ao Patrono da instituição, o professor José Baptista Pereira, pelo intenso trabalho realizado em prol da astronomia no Rio Grande do Sul.

A Start Assessoria de Comunicação parabeniza o Planetário por mais um ano de funcionamento como educador. Esperamos desenvolver um trabalho que reflita toda tradição e respeito da instituição com a excelência da Start.

 

“Quando os fatos da Terra não me são confortantes, volto-me para o céu.”

José Baptista Pereira

HSL e agência Prisma: A gente quer estar sempre por Porto

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O plano de ações estratégicas para a inauguração do Hospital Sírio Libanês em Porto Alegre proposto pela agência Prisma é resultado de um estudo minucioso sobre o mercado em que a marca está inserida, as motivações dos seus públicos de interesse, bem como a forma com a qual a concorrência está se posicionando em relação aos valores que o HSL já entrega em sua comunicação.

Por isso, desenvolvemos uma série de pesquisas para chegar a um mapa de análise da marca, buscando entender em que pontos deveríamos focar as ações, em termos de conhecimento e estima da marca, relevância e diferenciação dos serviços e projetos já desenvolvidos pelo hospital:

E então chegamos aos direcionamento estratégico do plano:

 

 

 

 

 

 

 

E, para trabalhar com o conceito macro da campanha, foram estabelecidas 3 plataformas de ações:

  • Reconhecimento e lembrança de marca
  • Inauguração do hospital
  • Programa de ações institucionais para o primeiro ano de atividades

Após esse alinhamento, desdobramos o conceito criativo e o conceito de comunicação propostos em um key visual e exemplos de peças que seriam adequadas para passar a mensagem central da campanha e comunicar aos diversos públicos de interesse identificados:

E como traduzir tudo isso em projetos estratégicos e ações relevantes? Segue abaixo a relação de ações propostas para o primeiro ano de atividades do HSL:

RECONHECIMENTO E LEMBRANÇA DE MARCA

  • Evento de divulgação da vinda do Hospital para Porto Alegre ao corpo médico
  • Coletiva de imprensa
  • Campanha Verão com vida: fortalecimento da marca no verão de 2010 com ações em locais-chave, como a Orla de Ipanema e litoral gaúcho, com plano de mídia integrado para veiculação em mídia externa, jornais, sites e TV
  • Quiosque de divulgação no Barra Shopping

INAUGURAÇÃO DO HOSPITAL

  • Campanha Queremos estar sempre por Porto: flight concentrado de ações durante o mês de março, prevendo mídia externa local, filme de 30”, programete na rádio Itapema Wake Up, inserções em jornal, ações diferenciadas no aniversário de Porto Alegre e festa de inaguração

PROGRAMA DE AÇÕES INSTITUCIONAIS

  • Divulgação dos centros e núcleos de especialidade
  • Revista HSL
  • Abrace seu bairro
  • Estude com a gente
  • Voluntariado HSL

A agência Prisma acredita no potencial mercadológico mundial deste prospect e, por isso, propõe um conjunto de ações de impacto e relevância para que o Hospital Sírio Libanês ganhe estima, visibilidade e, sobretudo, admiração no seu primeiro ano de atividades com a nova unidade na capital gaúcha.

Prisma. Iluminando novas direções.

Cinema em foco!

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A cara da fome

Estréia “Garapa”, novo filme do diretor de “Tropa de Elite”

Depois da exclusão social e da violência urbana, a fome crônica. O diretor José Padilha volta a mexer

o auge da fome 

o auge da fome

nas mazelas nacionais em seu novo filme, Garapa. O realizador de Ônibus 174 (2002) e do premiado Tropa de Elite (2007) mostra no documentário o cotidiano de três famílias do Ceará que sofrem de insuficiência alimentar e enganam o estômago tomando água com açúcar - a garapa do título.

O filme que entra em cartaz hoje exclusivamente no CineBancários foi exibido no começo do ano na mostra Panorama, dentro do Festival de Berlim - competição que rendeu a José Padilha em 2008 o prêmio máximo do evento, o Urso de Ouro, pelo drama de ação Tropa de Elite. O longa sobre a guerra do tráfico nas favelas do Rio alçou José Padilha ao posto de um dos mais bem-sucedidos cineastas do Brasil, alimentando a expectativa quanto ao trabalho que sucederia o filme visto por cerca de 11 milhões de pessoas nos cinemas e em cópias piratas. Entre projetos que incluíam produções de Hollywood, Padilha optou por retomar uma ideia surgida em 2001: mostrar a cara da fome no país, traduzindo em imagens os números e estatísticas dessa trágica realidade.

Formado em administração de empresas, Padilha cursou economia política e política internacional - formação responsável pelo olhar sociológico de seus trabalhos no cinema: além dos três longas citados, o diretor produziu os documentários Os Carvoeiros (2000), sobre os trabalhadores que vivem da produção de carvão, e Estamira (2006), a respeito de uma mulher que vive do que encontra no maior lixão do Rio de Janeiro. Garapa originou-se de um projeto em parceria com Marcos Prado, diretor de Estamira e sócio de Padilha, de levar para as telas dois temas urgentes: a questão da fome no Brasil e e o problema global da escassez de água. Prado está trabalhando na produção de Água, Padilha mergulhou depois de Tropa de Elite em Fome - que acabou sendo rebatizado como Garapa.

Nas pesquisas para o filme, o cineasta aproximou-se de Francisco Menezes, um dos diretores do Instituto Brasileiro de Análises Sociais e Econômicas (Ibase) - e deparou com dados alarmantes: perto de 910 milhões de pessoas sofrem no mundo de deficiência alimentar grave, dos 55 milhões de brasileiros atendidos pelo programa Bolsa Família, cerca de um quinto passa fome crônica. À frente de uma equipe reduzida de cinco pessoas, Padilha foi ao Ceará e filmou o dia a dia de três famílias: uma morando na capital Fortaleza, outra perto de uma cidadezinha do interior e uma terceira que vive longe de tudo. Encontraram nessas casas miséria extrema, falta de informação, mulheres lutando para manter o lar a despeito da apatia e da omissão de seus homens, crianças desnutridas tomando garapa na falta de outro alimento.

Padilha buscou a objetividade do cinema direto - estilo documental cultivado por diretores americanos que prega a menor interferência possível da equipe de filmagem na realidade registrada. A fotografia é em preto e branco seco, o filme não tem música, o som foi gravado direto das cenas, praticamente sem nenhum tratamento ou efeito.

- Queria fazer um filme do qual pudesse tirar dele tudo o que não fosse essencial do ponto de vista do cinema - justifica Padilha, que reuniu um material bruto de 45 horas durante os 30 dias de filmagem.

Apesar desse rigor, Garapa não escapa de uma certa estetização: ao optar por abrir mão das cores em seu filme, o diretor reitera desnecessariamente a miséria que mostra, remetendo a uma tradição visual que inclui desde filmes como Vidas Secas (1963), de Nelson Pereira dos Santos, até as fotos de Sebastião Salgado. Ao mesmo tempo, Padilha não esconde no filme que interagiu com os personagens algumas vezes, fazendo perguntas e comentários e até mesmo dando remédio para um deles (”As filmagens foram duras, porque passamos a conhecer aquelas pessoas e começamos a gostar delas”). Envolvido na redação do roteiro de Tropa de Elite 2 e confirmado como um dos diretores do filme coletivo Rio, Eu te Amo, Padilha acaba de finalizar o documentário Secrets of the Tribe, sobre os índios ianomâmis, e deve ainda dirigir três filmes no Exterior: Marching Powder, Agent in Place e The Sigma Protocol (baseado em Robert Ludlum). Para ele, Garapa é um alerta:

- Hoje, o mundo gasta mais de US$ 1 trilhão por ano com armas. Custariam, segundo a FAO, US$ 30 bilhões por ano para resolver o problema da fome. Quarenta vezes menos. Pode-se argumentar que, no fim das contas, a fome existe porque a sociedade humana é incapaz de se organizar priorizando a alocação de recursos a partir de valores humanos.

Fonte: Zero Hora .com

Trato News: Brasileiros de baixa renda viajam mais

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Nos últimos dois anos, o número de pessoas que fizeram pelo menos uma viagem aumentou 83%, segundo levantamento do governo

O aumento da renda dos brasileiros contribuiu para a expansão do número de turistas dentro do País, de acordo com pesquisa divulgada ontem pelo governo. Segundo o levantamento, o número de pessoas que fizeram pelo menos uma viagem nos últimos dois anos aumentou 83% em relação ao verificado em 2007. Para o ministro do Turismo, Luiz Barretto, os dados mostram que o turismo começa a fazer parte da lista de consumo dos brasileiros de menor renda, o que significa um novo desafio para as empresas do setor. “Temos que ter produtos para essa nova classe média”, disse.

De acordo com o levantamento, 58,8% dos 2.514 entrevistados pelo Instituto Vox Populi fizeram pelo menos uma viagem no Brasil entre 2007 e 2009. Na pesquisa anterior, esse porcentual era de 32%. O número de pessoas que não viajou e nem pretende viajar nos próximos dois anos caiu para 7,6%, ante 32% na pesquisa de 2007. Neste caso, a falta de dinheiro continua sendo o principal entrave. As entrevistas foram feitas em 11 capitais, entre 17 de junho e 7 de julho.

De acordo com a pesquisa, 15,8% das pessoas que recebem de um a três salários mínimos fizeram uma viagem nos últimos dois anos. Na faixa entre 3 a 5 salários mínimos, esse fatia sobe para 19,7%. “Esse número é expressivo”, disse Barretto. “O turismo era muito concentrado nas classes A e B, e a classe C tem entrado e contribuído para o alargamento da base”, acrescentou.

A pesquisa mostra ainda que a internet tem ganhado mais espaço como instrumento de pesquisa para definir roteiros de viagens. A rede mundial de computadores foi citada por 39% dos entrevistados como a principal fonte de informação, praticamente empatada com a tradicional consulta a amigos e familiares, ainda a melhor alternativa para 41% dos entrevistados.

O planejamento das viagens por conta própria também é outra característica do turista brasileiro revelada pela pesquisa. Da parcela de entrevistados que fizeram alguma viagem desde 2007, mais de 78% não utilizaram os serviços oferecidos pelas agências de viagem. Para Barretto, as empresas do setor devem buscar mais especialização e diversificação, para tentar atender aos diferentes perfis de turistas do País.

Fonte: Jornal O Estado de São Paulo

Trato. Fazendo da Comunicação uma arte.

Experienciação Resort Club Med

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Como um de seus focos é o Marketing de Experienciação, a Soul Comunicação compartilha com os demais colegas exemplo concreto de eficácia nesse tipo de ativividade. Abaixo, trazemos o case do Resort Club Med - criador do conceito “tudo incluso”, adotando o posicionamento diferenciado de que os clientes experienciem todas as opções do empreendimento de uma só vez.

Club Med não vende quartos, mas sim experiência

Pesquisa, segmentação e relacionamento com o cliente são os três pilares do resort

Por Bruno Mello, do Mundo do Marketing | 04/11/2009
bruno@mundodomarketing.com.br

Sol, praia e sem nenhum compromisso de trabalho. Descanso ou muita diversão. Essa é a vida que todo mundo quer pelo menos nas férias ou em um fim de semana prolongado. Num mundo em que a necessidade de lazer virou um desejo comparado a um luxo, as experiências ganham destaque nos raros dias de folga. A rede de resorts Club Med percebeu isso e há oito anos se reposicionou para oferecer experiências inesquecíveis para seus clientes.

A mudança do Club Med é reflexo também da crise vivida no turismo em 2001 por conta do atentado terrorista às Torres Gêmeas. Com o setor em recessão, a rede deixou de querer ser a maior do mundo para ser especialista mundial em férias all inclusive, conviviais, multiculturais e de alto padrão. Hoje, recebe 70 mil clientes em seus três resorts no Brasil, que no Club Med são chamados de Village, em Itaparica e Trancoso, na Bahia, e em Rio das Pedras, no Rio de Janeiro.

Foi a rede que inventou e disseminou o conceito de tudo incluso. Com foco principal na família, o Club Med tem 80 villages no mundo, está presente em 27 países e cada resort é segmentado para responder a demanda do cliente. Seja focado em crianças, em degustação, em descobrir novas culturas ou para quem prefere esportes ou ainda relaxar. “Experiência significa emoção e emoção fideliza. A melhor maneira de conquistar e fidelizar o cliente é a indicação, o boca a boca”, afirma Gian Maria Mazzei, Diretor de Marketing e Comunicação do Club Med América Latina.

Pesquisa indica o caminho do Marketing
No resort, os clientes são chamados de Gentis Membros. Quando chegam em um Village são recepcionados com festa pelos funcionários, que também têm outro nome: Gentis Empregados e os monitores Gentis Organizadores. “A ideia é, ao chegar no Village, esquecer tudo que está lá fora. A experiência começa desde que entra no Village. Cada noite tem uma festa”, conta Maria Mazzei (foto), italiano que esteve à frente do Marketing em seu país e que fez questão de conhecer onde estava pisando.

Uma pesquisa da Ipsos traçou um diagnóstico do mercado e do consumidor, não só de clientes, mas de potenciais Gentis Membros. O levantamento quantitativo serviu para entender como o brasileiro consome suas férias. Como o cliente reserva, onde procura as informações, quando reserva, quando entra de férias e todo o processo após as férias. Só depois dos três meses de pesquisa que o plano de Marketing foi traçado.
Neste período, também foi realizado um trabalho de georeferenciamento por bairro para identificar novos clientes em São Paulo e no Rio de Janeiro. Os paulistas e os cariocas são os maiores clientes do Club Med. Todos do ápice da pirâmide econômica. Da terra da garoa, vão 40% dos clientes, enquanto 25% são da cidade Maravilhosa, seguidos por baianos e gaúchos. Noventa por cento dos turistas que passam os dias de férias num village no país são brasileiros.

Relacionamento que gera lucro
O conhecimento do cliente no Club Med é parte do sucesso do empreendimento no Brasil. O país foi o primeiro a criar um programa de relacionamento e fidelidade para seus melhores clientes. O Club Med Unique, desenvolvido pela Sun MRM, tem cerca de 7 mil lares participantes. As famílias, que representam 65% de seu público consumidor, recebem informações sobre promoções em primeira mão, pacotes especiais e desconto na loja e no SPA. “Traz muito resultado. Muito melhor que a publicidade tradicional”, ressalta Gian Maria Mazzei em entrevista ao Mundo do Marketing.

E coloca muito melhor nisso. As ações com malas diretas com o objetivo de antecipar as vendas para períodos como férias, carnaval e réveillon geram um retorno sobre o investimento (Roi) de nada menos que 410, 510 e 810%, respectivamente. Nas ações que também servem como fidelização são enviadas malas 3D como esta ao lado do réveillon em que o cliente recebia uma garrafa de champanhe. No carnaval, uma máscara personalizada chegou a casa dos clientes, assim como um tocador de mp3 com sons que reproduziam o barulho do mar para o pacote de férias.

O cliente do Club Med tem muito a ver com o brasileiro. Gosta de diversão por natureza e está cada vez mais conectado. Por isso, a rede chega a investir até 30% de sua verba de comunicação de marketing na internet, que hoje representa 10% das vendas. “O site é uma vitrine, uma fonte de informação e 80% dos clientes se informam pela internet. É um canal de comunicação para divulgar e um canal de venda”, aponta Maria Mazzei.

Trade e desafios
O principal canal de vendas do resort, no entanto, são as agências de viagens. O canal indireto representa 70% das vendas. Por isso, o Club Med também desenvolveu um programa de relacionamento e de fidelidade para seus 300 melhores parceiros. No último mês, o resort reuniu 500 agentes de viagens de todo o Brasil para a realização da 3ª Universidade Club Med, no Club Med Rio das Pedras.

O encontro serviu para ensinar técnicas e mecanismos de venda dos villages da rede em todo o mundo. Há ainda o rentável segmento corporativo, com pacotes especiais para programas de incentivo nos três villages da rede, que ganha um quarto endereço em junho de 2011: o Village na Praia do Peró, localizada entre as cidades de Búzios e Cabo Frio, no estado do Rio.

O empreendimento está sendo desenvolvido em parceria com o empresário Ricardo Amaral e com a Construtora Agenco. O grande desafio, de todos os Villages, é atrair clientes. É se diferenciar. “Hoje a concorrência é muito maior do que há 10 anos. Tem que ser inovador no produto e a comunicação tem que ser diferente”, conclui o executivo.

Fonte: Blog Mundo do Marketing - www.mundodomarketing.com.br

HSL e o calor humano

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A START Assessoria de Comunicação não poderia deixar de parabenizar o Instituto Sírio Libanês pelo seu engajamento social e pioneirismo no quesito qualidade de vida. No dia 24 de outubro, 2,7 mil famílias atendidas pelo Ambulatório de Pediatria Social e Projeto Abrace seu Bairro foram convidadas a participar de um bate-papo, ocorrido na sede do Instituto Sírio Libanês de Ensino e Pesquisa (São Paulo/SP).

Como convidado especial, Marcos Pontes - primeiro brasileiro a integrar uma missão no espaço - relatou fatos de sua vida, relembrando sua origem humilde e como fez para tornar possível a realização de seu sonho. O objetivo é valorizar histórias de superação e fé numa vida sempre melhor.

Um dos cinco valores do HSL

Maiores informações pelo site <<http://www.hospitalsiriolibanes.org.br/>>

Projetos de Visibilidade Sírio Libanês Unidade Porto Alegre

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O Hospital Sírio Libanês apresentou  deficiências na visibilidade institucional junto ao público externo. Para uma instituição baseada e fundamentada por uma sociedade beneficiente, voltada para a filantropia, consideramos essa deficiência não só um ponto fraco da referida instituição como também uma perda profunda na imagem institucional que o HSL possui. Apesar de permear seus passos pelos princípios norteadores da instituição: Calor Humano, Excelência, Pioneirismo, Conhecimento e Filantropia, o público alvo da instituição não o reconhece na imagem institucional. Para isso, a idéia é de trabalharmos com campanhas institucionais que relembrem esse público a identidade humanitária e a identificação do hospital com a identidade cultural da cidade que representa, neste caso, a cidade de Porto Alegre.

Campanha ” Nós queremos fazer parte da sua História”

Porto Alegre e o Rio Grande do Sul são considerados pelo  Marketing Brasileiro como um espaço onde as pessoas valorizam sua origem gaúcha e sua cultura.São correntes as adaptações de instituições vindas de outros estados que tiveram que modificar parte da sua cultura institucional para confirmar sua ligação com a cidade e o estado. Para o lançamento do HSL Unidade de Porto Alegre, Lançamos a Campanha ” Queremos fazer parte da sua história! ”

A idéia da campanha é trabalhar a identidade de “estrangeiro” do Sírio Libanês, utilizando personalidades oriundas de outros países ou outros estados brasileiros, já adotadas pelos gaúchos e consideradas importantes na história de Porto Alegre. No caso do boneco desta apresentação, escolhemos a  Diretora do Teatro São Pedro, a Senhora Eva Sofher, Alemã, residente em Porto Alegre desde 1960, reconhecida pela sua atuação frente ao São Pedro, reformando e dando o devido mérito ao mais antigo teatro de Porto Alegre. Hoje, Eva Sofher é considerada sinônimo de  uma mulher forte, com personalidade, uma verdadeira  gaúcha adotada pela cidade.Como Eva, o HSL Unidade de Porto Alegre quer ser adotada pelos gaúchos reconhecida pela comunidade

Na comunicação visual, o uso de  cores como ocre e textura antiga reforçam o conceito de história, de estar escrevendo a instituição como parte da História de Porto Alegre e dos Porto Alegrenses. Já o slogam “Nós queremos fazer parte da sua história” é um slogam referencial, pois  a idéia da campanha é inserir a instituição na história da cidade de Porto Alegre, mas também na história de cada pessoa  que precisar dos serviços do hospital.

Os veículos  sugeridos para serem utilizados na campanha gráfica são:

-         Outdoor

-         Frontlights

-         Revistas do Rio Grande do Sul  ex. VEJA Porto Alegre

-         Zero Hora

-         Correio do Povo

A campanha pode ser explorada em spot para rádios e TV, com a personalidade falando sobre sua história em Porto Alegre.

Trato - Fazendo da Comunicação uma arte